A segurança na água como projecto cívico é mais velha do que o desporto: Humane Societies, banhos municipais, depois vigilâncias de praia. Os relatórios da OMS do século XXI tornaram o afogamento uma agenda global de lesão.
A história é uma cerca, uma bandeira e uma lei.
Cronologia
- Humane Societies
Primeiras sociedades de reanimação e salvamento na Europa.
- Banhos municipais
Baths-and-Washhouses e escolas de natação como prevenção.
- SLSA (Austrália)
Um modelo de vigilância de praia que se exporta.
- Cultura de vigilância voluntária EUA
Cruz Vermelha e torres locais.
- Boom de tanques privados
As cercas tornam-se uma questão de estatuto.
- ILS fundada
Um tecto para organizações nacionais de salvamento.
- Relatório global da OMS sobre afogamento
O afogamento como lesão evitável numa frase com cercas.
- Resolução da ONU sobre afogamento
Uma camada diplomática sobre a mesma física.
Épocas
- Até 1900 — Sociedade — Humane Societies, banho municipal.
- 1900–1970 — Vigilância — SLSA, ISN, torres.
- 1970–2014 — Cerca e estatuto — Tanques privados, normas.
- 2014–hoje — Agenda OMS — Global, não só praia.
Marcos
- SLSA 1907 — O modelo de exportação de vigilância de praia.
- ISN / CBV — A rede de prevenção lusófona.
- OMS 2014 — O afogamento como evitável.
- Cerca de quatro lados — O controlo mais silencioso e eficaz no tanque privado.
A segurança na água tornou-se um serviço cívico porque o afogamento é uma estatística. A bandeira é um recibo, não um espectáculo.