Respirar por um tubo é mais velho do que o desporto. O snorkeling moderno é um kit de lazer de meados do século XX: máscaras de vidro, barbatanas de borracha (de Corlieu, anos 1930) e um tubo com protecção de salpicos.
A história é kit mais turismo, não uma data de fundação federativa.
Cronologia
- Caniço e esponja
Pescadores de esponja e pérola no Mediterrâneo usavam tubos e uma espécie de óculos — mal documentado, muitas vezes romantizado.
- Máscara moderna
Fabricantes de óculos japoneses e mediterrânicos passam a uma só placa facial.
- Barbatanas de Corlieu
Louis de Corlieu patenteia barbatanas de natação; mais tarde vendidas como «swim fins».
- Era Cousteau–Gagnan
O Aqua-Lung torna o mergulho famoso; o snorkeling fica o ofício barato de superfície ao lado.
- Turismo de pacote
Hotéis das Caraíbas e do Mediterrâneo alugam kits de bambu e borracha.
- Silicone e válvulas de expurgo
Conforto e limpar o tubo tornam-se habituais.
- Bilhetes de parque marinho
Sítios como Hanauma Bay formalizam o snorkeling como quantidade gerida.
- Boom de cara inteira
Uma vaga de gadgets e um argumento de segurança encontram-se.
Épocas
- Até 1940 — Trabalho e experiência — Esponja, arpão e nadadores militares.
- 1940–1970 — Kit de lazer — Barbatanas, máscaras e os primeiros barris de hotel.
- 1970–2000 — Gestão de parque — Bilhetes, briefings e placas «não ficar de pé no coral».
- 2000–hoje — Turismo de massa + gadgets — GoPro, máscaras de cara inteira e política de stress de recife.
Marcos
- Patente das barbatanas — O aparelho que tornou a propulsão de superfície eficiente.
- Briefing de parque marinho — Hanauma Bay (anos 1970 e depois) como modelo de snorkeling gerido.
- Saias de silicone — A taxa de fugas desceu; crianças e adultos puderam partilhar um desporto.
- Movimento de etiqueta de recife — Um marco cultural mais do que um marco de gadget.
O snorkeling tornou-se um defeito do turismo porque o kit é pequeno. O recife não votou.