A indústria vende eLearning e viagem. O oceano vende branqueamento e bilhetes de parque.
O horizonte é menos profundidades-troféu e mais ofício de recife de casa.
Tendências
- eLearning Open Water — Menos sala, o mesmo oceano.
- Asas de viagem e sidemount — Estilo, às vezes sentido.
- Permits de parque — A nova norma. Charters no Mar Vermelho e no Brasil sentam-se nisso.
- Mergulhadores mais velhos e mulheres — O centro não é só homens de 22 anos.
- Dependência do computador — Aceitável se ainda existir um plano de tabela.
Conservação
- Branqueamento — A emergência de fundo.
- Esgoto e âncoras dos barcos de mergulho — A desordem própria da indústria.
- Tocar e protetor — Ver etiqueta de recife.
- Debates de isco de tubarão — Ética do turismo.
Acesso
- Preço do curso contra salários locais — Quem tem o direito de ver o próprio recife.
- Programas de mergulho para deficiência — Reais, pequenos, a copiar.
- Língua dos briefings — Um tema de segurança — grupos PT/BR precisam do pictograma e do guia.
- Filtro médico — Necessário e às vezes desigual.
Perspetiva
- Os cartões ficam — O oceano fotografado talvez não.
- Guias em vez de gadgets — O futuro útil.
- Este atlas não é uma loja — De propósito.
O futuro do mergulho recreativo é um recife de casa conservador. O logótipo da entidade já está pronto.