O recife é mais velho do que o turismo. O destino começa com expedições, um naufrágio em 1911, o GBRMPA em 1975 e os pontões dos anos 1990.
A história é um parque, um pontão e um calor.
Cronologia
- Cook na plataforma
Uma cartografia europeia, não uma «descoberta» do recife para quem já lá vivia.
- Yongala perdido
Mais tarde um naufrágio protegido no contexto do parque.
- Expedição Yonge
Ciência de recife precoce como texto público.
- GBRMPA
Um parque legal à escala continental.
- Inscrição UNESCO
Uma citação mundial que empilha turismo e dever.
- Turismo de pontão
A quantidade torna-se um problema de engenharia.
- Revisão do zonamento
Zonas verdes e no-take mais estritas.
- Branqueamento em massa
A história viva sob o folheto.
Épocas
- Até 1975 — Cartografia — Expedição e naufrágio.
- 1975–2004 — Parque — GBRMPA, UNESCO, pontões.
- 2004–2016 — Zona — Mapas mais estritos.
- 2016–hoje — Calor — Branqueamento como texto.
Marcos
- GBRMPA 1975 — O modelo legal.
- UNESCO 1981 — A citação mundial.
- Zonamento 2004 — O mapa que agrupa o impacto.
- Fato stinger como norma — Uma obrigação sazonal.
A GBR é um parque que se tornou um pontão. O calor é mais velho do que o folheto.