A cultura é um clube, uma linha, e um filme que tornou a profundidade mística.
Uma cultura saudável trata o safety como a lei, não como opcional.
Comunidades
- Clubes CMAS e AIDA — A massa em PT/BR.
- Competidores de elite — O pequeno pelotão.
- Ama e haenyeo — A linha mais velha mais trabalho.
- Pescadores submarinos — Visões, nem sempre a mesma ética.
Rituais
- O aquecimento de fossa — Antes do mar.
- O protocolo de superfície — A liturgia.
- A conversa da linha — Profundidade como vinho — e como perigo.
Figuras
- Jacques Mayol — O mito público.
- Umberto Pelizzari — A linha de clube e de pedagogia.
- Ama — O ofício.
- Safetys de clube — A cultura do dia.
Retratos
- O Grande Azul (1988) — Mística — e um manual que ninguém deveria ser.
- Vídeos de recorde — Outro desporto.
- Publicidade das entidades — Incompleto sem safety.
- Incidentes — O género honesto.
A cultura deveria soar a um safety, não a um filme.