A pesquisa sobre talento musical vem de Ericsson et al. (1993) por meio de críticas posteriores. Mecanismos são sistemas interativos.
As porcentagens de evidências abaixo são julgamentos relativos para este atlas, e não estatísticas precisas fabricadas. Os estudos nomeados mantêm suas bandas publicadas.
Achados
- 1993 · Ericsson et al. — Mais prática solitária, classificação mais alta no estúdio Violinistas de Berlim: um contraste de grupo, não um bilhete horário universal.
- 2014 · Macnamara et al. — Pratique cerca de 21% em música Uma participação minoritária — o melhor dimensionamento atual, codificação contestada pela Ericsson.
- 1993–99 · Debates Rauscher/Steele — O efeito Mozart é curto e estreito Não é uma teoria do talento e nem um protocolo parental.
- 2004–06 · Schellenberg — Lições, pequenos aumentos de QI A transferência é modesta quando encontrada; a música não é uma bomba de QI.
- Anos 2000 · Literatura de ouvido absoluto — Início antecipado e ambiente de idioma/música Uma história de um período delicado, não racial.
- 1996 · Ellen Vencedora — Crianças musicais desiguais Um ouvido notável pode ficar ao lado da escolaridade normal ou difícil.
Mecanismos
- Discriminação auditiva — Belas diferenças de altura e timbre que o treino aguça e que os pontos de partida já se espalham.
- Mapas sensório-motores — Loops de orelha a mão (ou respiração) construídos por repetição lenta e planejada.
- Memória estilística — Os padrões de uma tradição na memória de longo prazo – cultura dentro do “presente”.
- Janelas de mielinização precoce — Algumas habilidades auditivas ficam mais baratas com o treinamento infantil; os adultos ainda aprendem, com esforços diferentes.
Evidência
A prática e o início precoce estão bem documentados.
Associações replicáveis de início antecipado.
~21% — minoria, não zero.
A popularização do efeito Mozart superou os dados.
História romântica; fraco como um modelo completo.
Debates
- Ouvido versus horas — Pontos de partida de altura absoluta e ritmo versus a prática projetada por Ericsson - ambos pertencem; nem a página inteira.
- A reivindicação de todas as crianças da Suzuki — Uma pedagogia humana e uma afirmação empírica de que os pontos de partida são iguais. Eles não são a mesma coisa.
- Quem a audição vê — Instrumentos, aulas e uma sala silenciosa já estão na fita.
Talento musical: dimensione a pretensão ao estudo. A interação, e não um slogan 50/50, é o modelo padrão.
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