Técnica de Feynman — o que os estudos realmente mostram. A lista de evidência nomeia os estudos que realmente limitam páginas em linguagem simples.
As pontuações são ranks relativos neste atlas, não notas de laboratório nem cortes oficiais.
Evidência
- Fonte clássica — Feynman é o nome público da origem de teach-back.
- Restrição moderna — Chi impede tratar teach-back como magia.
- Listagem de exame — teach-back ganha a nota quando se pede um nome, número ou método a tempo.
- Utilidade Dunlosky — Dunlosky põe o teste de prática e a prática distribuída como de alta utilidade.
- Dificuldade Bjork — A dificuldade desejável de Bjork: um teach-back um pouco mais duro vence uma releitura fluente.
Mecanismos
- Recuperação como codificação — Produzir teach-back duma página em branco é uma nova codificação.
- Erro como sinal — Uma falha em teach-back diz que facto partir.
- Honestidade do bloco — teach-back que só acontece depois da meia-noite é falha de agenda.
- Teste de transferência — Se não consegue fazer teach-back noutra sala, tem contexto, não habilidade.
Pesquisadores
- Feynman — Feynman é citado como nome científico público de teach-back.
- Chi — Chi aparece porque medição posterior apertou a primeira história de teach-back.
- John Dunlosky — As classificações de utilidade de Dunlosky são a restrição de aula.
- Robert Bjork — A dificuldade desejável explica por que teach-back um pouco atrasado costuma ser o útil.
Atlas educativo — não é edital oficial, conselho médico nem banco vazado. Técnica de Feynman: Mantenha o edital público à vista; esta página é método, não chave vazada.
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