Como aconteceu
A T1 terminou a temporada regular da LCK naquele ano em quarto lugar e só chegou ao Campeonato Mundial pela qualificatória regional. A adversária, Bilibili Gaming, era a campeã da LPL e havia sido o time mais consistente ao longo do torneio. Montada em torno de Doran, Oner, Faker, Gumayusi e Keria, a T1 ficou mais forte quanto mais o bracket avançava, e as duas equipes jogaram os cinco jogos da final. Faker decidiu. Perto dos trinta anos, ele seguia fechando os ângulos de engage do adversário a partir do mid, e seu posicionamento protegia a própria back line em cada teamfight decisivo. A T1 venceu por 3-2 para completar o quinto título de Campeonato Mundial da organização, e Faker foi nomeado MVP das finais — onze anos depois de o mesmo jogador ter ganhado o mesmo prêmio no mesmo palco pela primeira vez.
Por que ainda importa
Nenhum jogador em lugar nenhum dos esports alcançou o topo mundial do mesmo jogo cinco vezes ao longo de um arco de onze anos. Quebrou, de uma vez, a ideia de que os reflexos atingem o auge no início dos vinte e a ideia de que um time de quarto lugar regional não pode ir longe em Worlds. Esta partida é amplamente vista como tendo efetivamente encerrado o debate sobre a reivindicação de Faker de ser o maior de todos os tempos.