Clássicos são chamados de “sólidos.” Únicos são chamados de “forçados.” Os dois insultos são fala de moda de peruca.
A ficção usa um nome ímpar para marcar um escolhido, que é exatamente o mito que esta página tenta aposentar.
Ritos
- O elogio “tão original!” — Muitas vezes um ouvido de classe, às vezes uma faca.
- A bênção do “nome de família” — Clássico como rito de honra.
- A performance da grafia — O teatro recorrente do único.
- A confusão da reunião — O teatro recorrente do clássico (qual João?).
Retratos
- Anne of Green Gables Romance · 1908 · L. M. Montgomery
O e é unicidade como ipseidade — uma história clássica sobre uma grafia.
- Eraserhead (baby anxiety) Filme · 1977 · David Lynch
Não é sobre nomes, mas sobre o terror de uma pessoa nova irreversível — o pano emocional da briga único/clássico.
- The Royal Tenenbaums Filme · 2001 · Wes Anderson
Prenomes ímpares como marca familiar de unicidade.
- Frozen Filme · 2013 · Jennifer Lee
Elsa/Anna como objeto de moda que soou clássico-nórdico para alguns ouvidos — não uma alegação de rank.
- Freakonomics names chapter Livro · 2005 · Levitt & Dubner
Popularizou correlações único vs classe; fácil de supermoralizar.
Ditados
Há três Emmas na turma dela
Relato de pais
A função de custo do clássico.
Como se soletra isso?
Imposto diário do único
A outra função de custo.
Um bom nome à moda antiga
Roteiro de elogio
Gosto vestindo um chapéu moral.
Pelo menos não é Jennifer
Piada de época
Todo clássico já foi um pico — cheque o ano.
Deixe os romances terem seus escolhidos. Deixe as crianças terem um nome que caiba nas salas em que vão entrar.