Lieberson ainda é a melhor teoria da moda. Estudos de auditoria são a melhor teoria dos ouvidos alheios. Nenhum dos dois é um algoritmo de escolha de bebê.
Não há achado respeitável de que uma contagem sortuda de traços melhore resultados.
Achados
- Lieberson — Pais perseguem distinção dentro de um estilo
Evitam o pico exato do ano passado e copiam os vizinhos — gosto, não virtude.
- Bertrand & Mullainathan — Ouvintes vão estereotipar o nome
Um fato a conhecer; não um mandamento de assimilar.
- Social Security Administration — Faixas de longo prazo nos EUA
A liderança de Mary por várias décadas entre meninas (1880–1961 em muitos anos) é uma faixa documentada, não uma dica ao vivo.
- Office for National Statistics — Inglaterra e País de Gales nos anos 2010
Oliver e Olivia foram líderes frequentes em várias divulgações dos anos 2010 — cite esses anos.
- Statistics Korea — Frequências coreanas públicas
Pais podem ver ciclos hanja vs coreano nativo por ano sem tratar ranks como destino.
- Laham et al. — A fluência afeta estranhos
Nomes mais fáceis são mais gostados em laboratório — um insumo pequeno entre muitos.
Mecanismos
- Barganha de dois pais — Cada adulto traz parentesco, som e ouvidos de classe.
- Prévia social — Contar a uma irmã cedo é um teste de gosto e um risco de vazamento.
- Filtro jurídico — O registrador pode vetar depois da decisão emocional.
- Gravidade futura do apelido — O nome de bebê que você escolhe também é a forma curta que o pátio vai inventar.
Debates
- Honra vs. unicidade — A briga parental central em muitas famílias.
- Institutos de estatística deveriam publicar ranks? — Ajudam a pesquisa e também intensificam a ansiedade de moda.
- É justo dar um nome de herança difícil? — Uma questão de valores sobre trabalho de correção; não um fracasso científico.
A ciência pode descrever o tempo social. Não pode dizer o nome da sua criança.