Anexo
As células aderem aos dentes, plástico ou tecido com adesinas e depois recrutam vizinhas.
Biofilmes ? Cidades superficiais de micróbios – placas e cateteres explicam a persistência, sem um kit de cultivo próprio.
A identidade é arquitetônica: apego, matriz, gradientes de oxigênio e alimento, e as células nem todas têm a mesma pressa.
Testes em células flutuantes subestimam o que um filme pode ignorar. Essa lacuna é a razão pela qual algumas infecções persistem.

As células aderem aos dentes, plástico ou tecido com adesinas e depois recrutam vizinhas.
EPS é a argamassa. Ele retém água e pode retardar a difusão de alguns produtos químicos.
O oxigênio e os nutrientes caem com a profundidade, de modo que as células internas podem crescer lentamente.
Os filmes orais e ambientais raramente são uma monocultura. A alimentação cruzada é comum.
Pedaços ou células únicas podem deixar semear uma nova superfície em encanamentos ou enfermarias.
Como fazer crescer um filme propositalmente foi omitido. A história pública explica por que algumas infecções persistem.
Um biofilme é um estilo de vida, não um nome de espécie.
Populações de genomas, não de vilões de desenhos animados – os vírus RNA são copiados de maneira descuidada e os nomes de saúde pública rastreiam aglomerados que se espalham.
Familiaridade 92Um orçamento partilhado para medicamentos em fase de selecção em hospitais, explorações agrícolas e águas residuais – administração, não um manual de laboratório.
Familiaridade 85Anticorpos, células de memória e aritmética comunitária – conceitual, não uma receita e não um folheto antivacina.
Familiaridade 94A água limpa salva vidas; a falta de antigos parceiros microbianos é uma história imunológica separada e ainda debatida.
Familiaridade 70Tráfego lateral de DNA – conjugação, transdução, transformação como nomes e história, não protocolos.
Familiaridade 45