Pernil a 68 graus
Preparar Pernil começa por 68 graus. A linha é «Braseado no shoyu» e o número é 68. O tempo de outra peça não se empresta. Olha-se o corte, não o adjectivo. A perna traseira, a maior peça única do porco e aquela em torno da qual toda a indústria de cura foi construída. Fresco é magro e de sabor discreto; salgado e curado ao ar por um ano ou mais vira jamón, presunto de Parma
Para assar, escolha uma peça com o couro ainda preso; para saltear, peça a parte de dentro da perna, que é a mais macia da peça. O pernil fresco é magro o bastante para pedir salmoura quando vai inteiro ao forno — uma noite na água salgada muda completamente o resultado. Pernil fresco não é presunto curado; pergunte se há injeção de salmoura antes de comparar preços.
A mesma peça tem o uso do balcão e o ponto desta noite. «Braseado no shoyu» tem de dizer qual. Preparar Pernil começa por 68 graus. A linha é «Braseado no shoyu» e o número é 68. O tempo de outra peça não se empresta. Olha-se o corte, não o adjectivo. A perna traseira, a maior peça única do porco e aquela em torno da qual toda a indústria de cura foi construída. Fresco é magro e de sabor discreto; salgado e curado ao ar por um ano ou mais vira jamón, presunto de Parma
Preparar Pernil começa por 68 graus. A linha é «Braseado no shoyu» e o número é 68. O tempo de outra peça não se empresta. Olha-se o corte, não o adjectivo. A perna traseira, a maior peça única do porco e aquela em torno da qual toda a indústria de cura foi construída. Fresco é magro e de sabor discreto; salgado e curado ao ar por um ano ou mais vira jamón, presunto de Parma
O preço está na outra ardósia. A peça escreve-se pelo corte e pelo ponto. Pernil em 68 graus segue «Braseado no shoyu» e 68. Espessura, tacho e tempo vão juntos. Em Portugal encontra-se no talho, na nota da festa e no frigorífico. Esta página não ordena peças.68 graus
Números que ficam
- Ponto
- 68 graus
- Número que acompanha
- 68
- Peça
- Pernil
- Linha de cozinha
- Braseado no shoyu