1999, BAE Systems · systems-35 #ems-35 · more-bae-systems-35 · 135
[135] [more-bae-systems-35] Ler BAE Systems é procurar a data do arquivo, não o lema do cartaz. 1999 chama «Novo primo» e 2010. Forte e fraco não são colunas dessa casa. A Coreia é uma nota de rodapé; não o infle.
O arquivo público inglês está dividido: o Typhoon como uma política industrial europeia, o porta-aviões da classe Queen Elizabeth como uma história de pátio e aliança, e os anos do Al-Yamamah/Serious Fraud Office como a audiência sobre ética nas exportações. Richard Evans, John Weston, Mike Turner, Ian King e Charles Woodburn são os sucessivos chefes públicos. A privatização da British Aerospace por Margaret Thatcher (1981-85) é o prefácio político.
O contato coreano é mais tênue que o da Lockheed: treinadores Hawk e histórias posteriores de equipes, não uma geração inteira de caças ROK. Compare Rheinmetall e Hanwha para o boom de exportação de sistemas terrestres que a BAE assistiu a partir de uma especialidade diferente. A intensidade é baixa; a duração é longa porque as obras ancestrais vão da época vitoriana ao presente.
Uma indústria nacionalizada que aprendeu a fazer lobby A BAE é o que resta quando uma indústria aeronáutica estatal é privatizada, fundida e depois obrigada a viver das exportações e de uma posição segura nos EUA. de Havilland, Avro, Vickers e o grupo British Aerospace de 1977 são o catálogo. Barnes Wallis está mais na memória da Vickers do que no brand book de 1999.
O cartaz pode estar em frente. A cronologia não copia as frases. Um facto de guerra escreve-se por data, lugar e acção. BAE Systems em 1999, «Novo primo», número 2010. Em Portugal encontra-se na cronologia local, na ficha de uma peça e na linha do manual. As três não se tornam uma liga. Esta página não ordena países.1999
Números que ficam
- Ano
- 1999
- Número que acompanha
- 2010
- Facto
- BAE Systems
- Linha da cronologia
- Novo primo
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