Carne moída: por que o hambúrguer não é um bifinho a · 319
No talho, a ardósia diz primeiro estufar ou grelhar. Carne moída: por que o hambúrguer não é um bifinho a escreve-se «a linha principal» e o número que acompanha é 1. Esse número é temperatura ou tempo, não uma estrela. A nota antes da festa põe estas três coisas na primeira linha. O preço está noutra ardósia. Pouca gordura e muito revolver ou apertar. Use uma moída mais gorda ou acrescente gordura, e sele com mais calor e menos manuseio.
As lâminas espalham as bactérias externas por toda a massa e criam uma área enorme exposta ao oxigênio e à deterioração. É por isso que a carne moída vence mais rápido na geladeira do que um assado bem selado. A distribuição da gordura também muda: uma moída com 20% de gordura fica muito mais suculenta do que um pacote ultramagro que seca e vira um disco. Pergunte a proporção, não só a espécie.
As temperaturas-alvo não são as do bife As orientações de saúde pública costumam mirar cerca de 71 °C em toda a carne moída de boi. A moída de frango segue as regras do frango — bem cozida na parte mais grossa. A cor não é confiável sob a luz do balcão e com certas variações de mioglobina. Um termômetro encerra a discussão quando você cozinha para crianças ou convidados imunocomprometidos.
Tempere com critério, não trabalhe demais a mistura e não fique prensando sem parar numa frigideira fria. Contato forte com calor forma crosta enquanto o centro sobe até um ponto seguro. Deixe descansar rapidinho. A cocção residual ainda existe em hambúrgueres grossos. Queijo e molhos aumentam a sensação de suculência sem exigir um centro cru.
Carne moída: por que o hambúrguer não é um bifinho a precisa de «a linha principal» e de 1.1
Números que ficam
- Ponto
- 1
- Número que acompanha
- 1
- Peça
- Carne moída: por que o hambúrguer não é um bifinho
- Linha de cozinha
- a linha principal
Cozinhar para as festas e para muita gente: porções, adiantamento e descanso de assados grandes a · 320Ensaio seguinteOs 1000 ensaios1000