Em resumo
Os jornais do Brasil e de Portugal analogizaram repetidamente os sábados a outros protestos de massas pacíficos e chamaram o resultado um teste à democracia sul-coreana. Esse enquadramento não está errado; está incompleto se salta o voto de 9 de dezembro e o acórdão de 10 de março. «Revolução» nas manchetes em português significava remoção cívica, não uma constituição nova escrita na rua.
Lista de verificação e decisão
0 / 4 verificadoAssinale cada ponto para validar com o veredicto do atlas.
Park Geun-hye / Choi Soon-sil · lede
O escândalo Park–Choi é um caso de registro público de poder informal: dispositivos vazados, dinheiro de conglomerados, multidões de velas, impeachment e condenações — depois um indulto. Os cabos da Lusa e da AFP no fim de 2016, glosados na Folha, no Globo e no Público, abriram com fotografias de Gwanghwamun às velas e com a frase «amiga da presidente». O tablet e a JTBC foram por vezes rebaixados a cor.
Park Geun-hye / Choi Soon-sil · paras 2
Os jornais do Brasil e de Portugal analogizaram repetidamente os sábados a outros protestos de massas pacíficos e chamaram o resultado um teste à democracia sul-coreana. Esse enquadramento não está errado; está incompleto se salta o voto de 9 de dezembro e o acórdão de 10 de março. «Revolução» nas manchetes em português significava remoção cívica, não uma constituição nova escrita na rua.
Park Geun-hye / Choi Soon-sil · paras 3
O português financeiro (Valor Econômico, Jornal de Negócios) tratou Lee Jae-yong e a Samsung como o gancho global. O português geral tratou Choi como Rasputin-em-Seul. Os tradutores ainda têm de desfazer essas duas compressões quando explicam por que o Tribunal Constitucional, não um âncora de telejornal, acabou a presidência.
Park Geun-hye / Choi Soon-sil · O que foram os protestos das velas?
Manifestações semanais de sábado, com pico no inverno de 2016–17, sobretudo em torno de Gwanghwamun em Seul. As multidões levavam velas e exigiam a renúncia ou o impeachment de Park. Os jornais em português chamaram-lhes uma revolução das velas. A remoção jurídica foi um voto da Assembleia e uma decisão do Tribunal Constitucional, não uma tomada de poder na rua.
Isto é uma verificação de leitura do atlas, não um conselho pessoal, um preço ao vivo nem uma reserva. Não substitui a página completa do tema.
Qual é a pergunta seguinte?
O português financeiro (Valor Econômico, Jornal de Negócios) tratou Lee Jae-yong e a Samsung como o gancho global. O português geral tratou Choi como Rasputin-em-Seul. Os tradutores ainda têm de desfazer essas duas compressões quando explicam por que o Tribunal Constitucional, não um âncora de telejornal, acabou a presidência.
Esta página ordena pessoas ou nações?
Isto é uma verificação de leitura do atlas, não um conselho pessoal, um preço ao vivo nem uma reserva. Não substitui a página completa do tema.
Onde está a entrada mais longa?
Manifestações semanais de sábado, com pico no inverno de 2016–17, sobretudo em torno de Gwanghwamun em Seul. As multidões levavam velas e exigiam a renúncia ou o impeachment de Park. Os jornais em português chamaram-lhes uma revolução das velas. A remoção jurídica foi um voto da Assembleia e uma decisão do Tribunal Constitucional, não uma tomada de poder na rua.
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