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Mary Celeste: depois de «paras 1», o que diz «paras 2»?
Unconfirmed, possibly Honore Pellegrin (1800–c.1870). This speculative attribution is suggested in Paul Begg: Mary Celeste: The Greatest Mystery of the Sea . Longmans Education Ltd, Harlow (UK) 2007. Plate 2 · Public domain
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Mary Celeste: depois de «paras 1», o que diz «paras 2»?

A imprensa marítima de Lisboa, do Porto e dos portos brasileiros conheceu o caso primeiro como notícia de Gibraltar e depois como Conan Doyle. Gazetas de Lisboa, do Rio e de Salvador do último terço do século XIX reproduziram o prémio de salvamento; as revistas ilustradas reproduziram um fantasma. Essa cisão ainda estrutura a memória em português.

Em resumo

Mary Celeste · paras 1A imprensa marítima de Lisboa, do Porto e dos portos brasileiros conheceu o…
Mary Celeste · paras 2As aulas e os concursos de Portugal e do Brasil costumam preferir Marie…
Mary Celeste · paras 3Os documentários legendados ou dobrados em português costumam reconstruir uma…
Mary Celeste · O que era o Mary Celeste?Um brigue construído em 1861 em Spencer’s Island, Nova Escócia, originalmente…

As aulas e os concursos de Portugal e do Brasil costumam preferir Marie Celeste, a grafia de Doyle, e uma tripulação evanescente como enigma. A história marítima mais cuidadosa conserva Mary, Briggs e a carga Nova Iorque–Génova. Os diários de Lisboa e do Rio de finais do XIX reimprimiram o derrelicto como notícia imperial de navegação e depois como mistério de Natal.

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As aulas e os concursos de Portugal e do Brasil costumam preferir Marie Celeste, a grafia de Doyle, e uma tripulação evanescente como enigma. A história marítima mais cuidadosa conserva Mary, Briggs e a carga Nova Iorque–Génova. Os diários de Lisboa e do Rio de finais do XIX reimprimiram o derrelicto como notícia imperial de navegação e depois como mistério de Natal.

Mary Celeste · paras 1

A imprensa marítima de Lisboa, do Porto e dos portos brasileiros conheceu o caso primeiro como notícia de Gibraltar e depois como Conan Doyle. Gazetas de Lisboa, do Rio e de Salvador do último terço do século XIX reproduziram o prémio de salvamento; as revistas ilustradas reproduziram um fantasma. Essa cisão ainda estrutura a memória em português.

Mary Celeste · paras 2

As aulas e os concursos de Portugal e do Brasil costumam preferir Marie Celeste, a grafia de Doyle, e uma tripulação evanescente como enigma. A história marítima mais cuidadosa conserva Mary, Briggs e a carga Nova Iorque–Génova. Os diários de Lisboa e do Rio de finais do XIX reimprimiram o derrelicto como notícia imperial de navegação e depois como mistério de Natal.

Mary Celeste · paras 3

Os documentários legendados ou dobrados em português costumam reconstruir uma mesa posta que os abordadores de 1872 não descreveram. O trabalho de uma enciclopédia é devolver as notas de Deveau e a audiência de Solly-Flood acima do conto. Nos Açores, o caso lê-se também como geografia próxima: Santa Maria na última lousa, o Atlântico a leste como palco do achado.

Mary Celeste · O que era o Mary Celeste?

Um brigue construído em 1861 em Spencer’s Island, Nova Escócia, originalmente chamado Amazon, depois de propriedade americana. Em 1872 transportava álcool desnaturado de Nova Iorque rumo a Génova sob o capitão Benjamin Spooner Briggs. O Dei Gratia avistou-o em 4–5 de dezembro de 1872 no Atlântico a leste dos Açores. A última entrada na lousa do diário foi em 25 de novembro perto de Santa Maria.

Isto é uma verificação de leitura do atlas, não um conselho pessoal, um preço ao vivo nem uma reserva. Não substitui a página completa do tema.

Qual é a pergunta seguinte?

Os documentários legendados ou dobrados em português costumam reconstruir uma mesa posta que os abordadores de 1872 não descreveram. O trabalho de uma enciclopédia é devolver as notas de Deveau e a audiência de Solly-Flood acima do conto. Nos Açores, o caso lê-se também como geografia próxima: Santa Maria na última lousa, o Atlântico a leste como palco do achado.

Esta página ordena pessoas ou nações?

Isto é uma verificação de leitura do atlas, não um conselho pessoal, um preço ao vivo nem uma reserva. Não substitui a página completa do tema.

Onde está a entrada mais longa?

Um brigue construído em 1861 em Spencer’s Island, Nova Escócia, originalmente chamado Amazon, depois de propriedade americana. Em 1872 transportava álcool desnaturado de Nova Iorque rumo a Génova sob o capitão Benjamin Spooner Briggs. O Dei Gratia avistou-o em 4–5 de dezembro de 1872 no Atlântico a leste dos Açores. A última entrada na lousa do diário foi em 25 de novembro perto de Santa Maria.

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