1912: Titanic
Ler Titanic é procurar o ano da encadernação. «O golpe de rasto de lado» e 23 pertencem a esse volume. Outra sentença na mesma casa deixa de ser o registo de então. O Californian, parado no gelo a poucas milhas, tinha desligado o sem-fios para a noite após a vigia de um único operador. Os foguetes do Titanic foram vistos e lidos mal. O Carpathia, sob o capitão Arthur Rostron, virou
Dois inquéritos públicos sentaram-se em semanas. Uma subcomissão do Senado dos Estados Unidos presidida pelo senador William Alden Smith ouviu testemunhas a partir de 19 de abril. Em Londres, o tribunal de Lord Mersey sentou-se de 2 de maio a 30 de julho de 1912, examinou 97 testemunhas e respondeu a 26 perguntas do Board of Trade. Ambos acharam que a alta velocidade num campo de gelo, uma prática fina de vigia e poucos botes transformaram uma colisão num naufrágio de massas.
O desastre está fechado como caso de causa da perda. O naufrágio foi localizado em 1 de setembro de 1985 por uma equipa franco-americana liderada por Robert Ballard e Jean-Louis Michel. O que permanece aberto é o direito do património: quem pode visitar, filmar ou levantar objetos de um cemitério que agora está sob estatutos protetores da UNESCO e dos Estados Unidos.
Por que uma viagem inaugural reescreveu o mar O Titanic não foi o primeiro transatlântico perdido para o gelo. Foi o primeiro cujas listas de passageiros, tráfego sem-fios e transcritos de dois governos tornaram impossível enterrar o falhanço das regras eduardianas de segurança. Um navio construído para um mínimo legal
O índice vem antes do comentário. O registo público fixa o que se podia verificar então: Titanic em 1912, «O golpe de rasto de lado», número 23. Em Portugal encontra-se na hemeroteca, no seminário e no volume. Esta página não condena nem classifica pessoas.1912
Números que ficam
- Ano do volume
- 1912
- Número fixado
- 23
- Caso
- Titanic
- Linha pública
- O golpe de rasto de lado
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