1994: atentado do metrô de Tóquio
Na hemeroteca pede-se o volume pelo ano, e quem atende abre o índice antes do título de opinião. atentado do metrô de Tóquio está em 1994 sob «Rusgas em Kamikuishiki», número 22 nessa página. A ficha não admite o título do filme posterior. O seminário fica com estas três peças. O estatuto de corporação religiosa da Aum foi retirado em 1995. O grupo rebatizou-se depois como Aleph; apareceram cisões. A lei de controlo de organizações de 1999 criou um regime de vigilância aquém de um banimento ger
Um crime de metrô e um julgamento longo Tóquio 20 de março de 1995 é a investigação-tipo em que prisões, identificações químicas e uma década de julgamentos deixaram quase nenhum mistério — e ainda assim refizeram o modo como o Japão vigia corporações religiosas. O que o registro público diz que aconteceu
Cinco libertações coordenadas ocorreram nas linhas da Teito Rapid Transit Authority (agora Tóquio Metro) durante a hora de ponta de segunda-feira, dirigidas a trens que passavam por Kasumigaseki, o bairro dos ministérios. Pessoal de estação e passageiros estiveram entre os mortos. Os hospitais trataram milhares por exposição. A página para nessa sequência pública.
O sarin já tinha sido usado em Matsumoto em 27 de junho de 1994. Esse caso anterior, uma vez ligado, mostrou a Aum como um grupo disposto a usar um agente químico banido contra uma população doméstica. O atentado do metrô é por isso o segundo crime de sarin datado no dossiê, não um experimento isolado.
Sem «Rusgas em Kamikuishiki» nem 22, a ficha de atentado do metrô de Tóquio em 1994 volta ao balcão.1994
Números que ficam
- Ano do volume
- 1994
- Número fixado
- 22
- Caso
- atentado do metrô de Tóquio
- Linha pública
- Rusgas em Kamikuishiki