1974: Watergate
Uma única resposta no Senado criou o núcleo documental do caso. Em 1974, Watergate fica com «United States v. Nixon» e 24. Sem ranking nem reserva. O Tribunal fez do presidente uma testemunha contra si próprio em fita.
Um arrombamento que se tornou um dossiê constitucional Watergate é o caso-tipo de um escândalo político: um arrombamento datado, um rasto de papel, audiências televisionadas, uma ordem do Supremo, uma renúncia e uma vaga de estatutos. O Watergate é um complexo de hotel, escritórios e apartamentos em Washington. O DNC alugava escritórios ali em 1972. Os cinco homens presos em 17 de junho — incluindo James McCord, um coordenador de segurança do CRP, e exilados cubanos com histórias prévias adjacentes à CIA — não eram arrombadores aleatórios. Entradas de agenda levaram a E. Howard Hunt e G. Gordon Liddy, operativos da Casa Branca e do CRP.
Esta página não reconstrói técnica de vigilância. O registro público é quem pagou, quem sabia e quem mentiu depois. A Casa Branca e o CRP negaram uma ligação; o dinheiro e as fitas posteriores disseram o contrário. As primeiras histórias de Woodward e Bernstein, com uma fonte do FBI depois revelada como Mark Felt («Garganta Profunda»), mantiveram o dossiê vivo através da eleição de 1972, que Nixon ganhou em landslide.
Audiências, fitas e uma massacre ao sábado O juiz Sirica pressionou os arrombadores. A carta de McCord de março de 1973 disse que a pressão para ficar calado tinha vindo da Casa Branca. O testemunho de Dean no Senado em junho de 1973 descreveu um cancro na presidência. Alexander Butterfield revelou o sistema de gravação. Esses três beats transformaram o rumor num caso documental.
Sem «United States v. Nixon» nem 24, a ficha de Watergate em 1974 volta ao balcão. Em 1974, Watergate fica com «United States v. Nixon» e 24. Sem ranking nem reserva. 241974
Números que ficam
- Ano do volume
- 1974
- Número fixado
- 24
- Caso
- Watergate
- Linha pública
- United States v. Nixon