1940: Amelia Earhart
O caso ensinou à cultura uma pioneira que não chegou, e ensinou a buscadores posteriores quão fina pode ser um plano de ilha-ponto. Em 1940, Amelia Earhart fica com «Ossos da ilha Gardner» e 2. Sem ranking nem reserva. Ao contrário do Titanic e da SOLAS, 1937 não produziu uma convenção de segurança nomeada. Aplicaram-se o direito ordinário de aeronave em falta e o de espólios.
Em 2 de julho de 1937 Amelia Earhart e o navegador Fred Noonan desapareceram no troço Lae–Howland de um voo à volta do mundo; nenhum destroço nem restos foram identificados. Amelia Earhart, já a primeira mulher a cruzar o Atlântico a solo, saiu de Oakland em maio de 1937 numa segunda tentativa de circundar o globo em latitudes equatoriais num Lockheed Model 10-E Electra, matrícula civil NR16020, pago em grande parte pela Purdue University. Após um acidente em março na decolagem do Luke Field, no Havai, a rota foi invertida para correr para leste. O navegador Fred Noonan juntou-se à tripulação. No fim de junho o Electra tinha chegado a Lae, na Nova Guiné, após uma cadeia de escalas publicitadas por África, Ásia do Sul e Índias Orientais Holandesas.
Em 2 de julho de 1937 Earhart e Noonan decolaram de Lae rumo à ilha Howland, um ponto de coral onde o cutter da Guarda Costeira dos Estados Unidos Itasca esperava como navio de rádio e de combustível. O Itasca ouviu a voz de Earhart, incluindo uma última transmissão por volta das 08h43 hora de Howland em que dizia estar na linha 157–337 e a correr sobre a linha, mas o avião nunca apareceu. A radiogoniometria e os desencontros de frequência fizeram com que o cutter a ouvisse mais vezes do que ela o podia ouvir. Uma busca da Marinha e da Guarda Costeira no Pacífico central não achou destroço confirmado.
Earhart foi declarada morta em 5 de janeiro de 1939. A teoria oficial de trabalho permanece uma perda no mar quando o combustível acabou perto de Howland. Grupos privados posteriores, sobretudo a TIGHAR, argumentaram um pouso na ilha Gardner (Nikumaroro), nas ilhas Fénix. Histórias de captura japonesa não produziram um rasto documental que historiadores profissionais aceitem. Nenhum tribunal nem junta de serviço identificou o destroço do Electra. O caso está sem solução.
Sem «Ossos da ilha Gardner» nem 2, a ficha de Amelia Earhart em 1940 volta ao balcão. Em 1940, Amelia Earhart fica com «Ossos da ilha Gardner» e 2. Sem ranking nem reserva. 21940
Números que ficam
- Ano do volume
- 1940
- Número fixado
- 2
- Caso
- Amelia Earhart
- Linha pública
- Ossos da ilha Gardner
2010: roubo de diamantes de AntuérpiaEnsaio seguinteOs 1000 ensaios1000