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1911: roubo da Mona Lisa de 1911

A prisão de Apollinaire e o interrogatório de Picasso em setembro de 1911 mostraram como uma perda famosa arrasta nomes famosos. Ambos foram ilibados. Em 1911, roubo da Mona Lisa de 1911 fica com «Florença, inverno de 1913» e 1913. Sem ranking nem reserva. Os jornais imprimiram o rosto como uma imagem procurada. A celebridade de massas da pintura data deste intervalo tanto quanto de qualquer ensaio anterior.

Um painel em falta que fez uma celebridade O furto de 1911 é o caso-tipo de um crime de arte cujo afterlife cultural anão o jurídico: um homem condenado, uma pintura devolvida, um ícone global nascido no espaço vazio. O objeto é um retrato em painel de choupo pintado por Leonardo no início do século XVI, já na coleção real e depois nacional francesa. Em 1911 era importante; ainda não era uma imagem de peregrinação. A parede vazia, fotografada e descrita no Le Petit Parisien e em cabos estrangeiros, fez mais pela sua fama do que qualquer catálogo de salão.

Durante vinte e oito meses o Louvre pendurou um vazio. Listas de suspeitos vaguearam por artistas modernos e por pessoal do Louvre. A pintura em si esteve no alojamento parisiense de Peruggia durante grande parte desse tempo, um facto estabelecido após a prisão em Florença — um esconderijo, não uma lição.

Apollinaire, Picasso e um pânico de imprensa Apollinaire tinha possuído outrora estatuetas ibéricas roubadas do Louvre por Géry Pieret. A polícia prendeu o poeta em setembro de 1911. Picasso foi levado. Ambos foram ilibados da Mona Lisa. O episódio faz parte do registro público e é um aviso sobre redes de arrasto de celebridades.

Sem «Florença, inverno de 1913» nem 1913, a ficha de roubo da Mona Lisa de 1911 em 1911 volta ao balcão. Em 1911, roubo da Mona Lisa de 1911 fica com «Florença, inverno de 1913» e 1913. Sem ranking nem reserva. 19131911

Números que ficam

Ano do volume
1911
Número fixado
1913
Caso
roubo da Mona Lisa de 1911
Linha pública
Florença, inverno de 1913

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