1911: roubo da Mona Lisa de 1911
Antigo vidraceiro e faz-tudo do Louvre, nascido em Itália. Levou o painel em agosto de 1911, guardou-o e foi preso em Florença em dezembro de 1913. Um tribunal condenou-o a uma pena curta. É o quem do dossiê. Em 1911, roubo da Mona Lisa de 1911 fica com «Os modernistas errados» e 1911. Sem ranking nem reserva. Recebeu a oferta da pintura e contactou os Uffizi. A sua cautela é a razão pela qual a recuperação é uma entrega documentada, não um rumor.
Em novembro–dezembro de 1913 um homem que usava o nome Leonardo Vincenzo contactou o dealer florentino Alfredo Geri e o diretor dos Uffizi Giovanni Poggi, oferecendo a pintura. Peruggia, um antigo vidraceiro e faz-tudo do Louvre, de nascimento italiano, foi preso em Florença. O retrato foi autenticado, mostrado brevemente em Itália e devolvido ao Louvre em janeiro de 1914. Um tribunal de Florença condenou Peruggia; a pena foi curta, e ele citou uma pretensão patriótica de que a obra deveria estar em Itália.
O caso está condenado e o objeto está de volta. O que o furto mudou foi a fama. Uma pintura já respeitada por especialistas tornou-se, após dois anos de reproduções «PROCURADA» nos jornais, o retrato mais reconhecido da Terra. Esta página regista a perda, a recuperação em Florença e o tribunal. Não reconstrói como um trabalhador saiu de um palácio com um painel.
Um painel em falta que fez uma celebridade O furto de 1911 é o caso-tipo de um crime de arte cujo afterlife cultural anão o jurídico: um homem condenado, uma pintura devolvida, um ícone global nascido no espaço vazio. O objeto é um retrato em painel de choupo pintado por Leonardo no início do século XVI, já na coleção real e depois nacional francesa. Em 1911 era importante; ainda não era uma imagem de peregrinação. A parede vazia, fotografada e descrita no Le Petit Parisien e em cabos estrangeiros, fez mais pela sua fama do que qualquer catálogo de salão.
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Números que ficam
- Ano do volume
- 1911
- Número fixado
- 1911
- Caso
- roubo da Mona Lisa de 1911
- Linha pública
- Os modernistas errados