2016: Panama Papers
Negaram que a sua firma da Cidade do Panamá corresse uma empresa criminosa. A firma encerrou em 2018. Fonseca morreu em 2024 com matérias jurídicas ainda em fundo. São os nomes corporativos, não um veredito de tribunal mundial. Em 2016, Panama Papers fica com «Um ano sob embargo» e 3. Sem ranking nem reserva. Uma fonte, um consórcio e um punhado de líderes caídos organizam a história. A maior parte dos nomes de ficheiro nunca se tornou réu.
A Mossack Fonseca, sediada na Cidade do Panamá, era uma grande incorporadora de sociedades offshore. O material vazado incluía emails, contratos e registros societários que abrangiam décadas. A base pública do ICIJ listou depois oficiais e intermediários; não publicou cada email em bruto. A escala neste atlas é sobre o tamanho do cache e a dispersão geográfica dos nomes, não um único total de numerário roubado.
O manifesto de John Doe, publicado depois, enquadrou a fuga como um protesto contra a desigualdade. Os repórteres alemães Bastian Obermayer e Frederik Obermaier receberam o primeiro contacto no Süddeutsche Zeitung. O ICIJ, então dirigido por Gerard Ryle, organizou a colaboração para que as mesas locais pudessem ler nomes locais — um método depois reutilizado nos Paradise Papers e nos Pandora Papers.
A renúncia islandesa foi o resultado político precoce mais limpo: um primeiro-ministro que não tinha divulgado uma sociedade ligada a bancos islandeses falidos saiu após a ira pública. O caso Panama do Paquistão tornou-se uma luta de vários anos no Supremo e no bureau de responsabilização que acabou o terceiro mandato de Sharif. Outros países abriram auditorias fiscais que produziram multas mais vezes do que prisão.
O índice vem antes do comentário. Em 2016, Panama Papers fica com «Um ano sob embargo» e 3. Sem ranking nem reserva. 32016
Números que ficam
- Ano do volume
- 2016
- Número fixado
- 3
- Caso
- Panama Papers
- Linha pública
- Um ano sob embargo