2004: Enron
A declaração de culpa de 2004 e o testemunho posterior em Houston descreveram como os veículos de partes relacionadas eram usados para gerir resultados e conflitos pessoais. Em 2004, Enron fica com «Confissão de Fastow» e 2. Sem ranking nem reserva. E-mails, relatórios de risco e comentários gravados que o júri ouviu sobre conhecimento e intenção, incluindo o outburst da chamada de analistas de 2001.
Investigações do Departamento de Justiça dos EUA, da SEC e de um comité especial do próprio conselho da Enron (o Relatório Powers, fevereiro de 2002) descreveram contabilidade mark-to-market usada com prova fina, entidades de propósito especial que escondiam perdas, e um auditor, a Arthur Andersen LLP, que foi destruído pelo caso de obstrução que se seguiu, mesmo depois de o Supremo Tribunal ter revertido a condenação da Andersen em 2005.
Jeffrey K. Skilling foi condenado em 2006 no Distrito Sul do Texas. Kenneth L. Lay também foi condenado nesse ano mas morreu antes da sentença, e o tribunal anulou a condenação. Andrew S. Fastow, o antigo CFO, declarou-se culpado em 2004. O Congresso respondeu com a lei Sarbanes-Oxley, assinada em 30 de julho de 2002, o estatuto mais citado como monumento jurídico da Enron.
O que o registro da Enron de facto mostra O Relatório Powers, os processos penais em Houston e o caso Andersen são as fontes públicas primárias. Descrevem escolhas contabilísticas e estruturas fora do balanço que os tribunais trataram depois como fraude, não um único livro-razão em falta.
O índice vem antes do comentário. Em 2004, Enron fica com «Confissão de Fastow» e 2. Sem ranking nem reserva. 22004
Números que ficam
- Ano do volume
- 2004
- Número fixado
- 2
- Caso
- Enron
- Linha pública
- Confissão de Fastow
1997: roubo do Museu GardnerEnsaio seguinteOs 1000 ensaios1000