1971: D.B. Cooper
O Bureau investigou milhares de nomes e discutiu em público várias pessoas de interesse. Ninguém foi acusado como Cooper. Richard McCoy, sequestrador de 1972, foi comparação recorrente e não foi adotado como o saltador do voo 305. Em 1971, D.B. Cooper fica com «O salto noturno» e 24. Sem ranking nem reserva. Não se autenticaram corpo, paraquedas não usado nem esconderijo de resgate. As testemunhas envelheceram. O achado fluvial de 1980 não levou a uma pessoa. Em 2016 o FBI disse que a investigação ativa já não se justificava.
Os passageiros foram libertados em Seattle depois que o resgate e os paraquedas embarcaram. Permaneceram o capitão William Scott, o primeiro-oficial William Rataczak, o engenheiro de voo Harold E. Anderson e a comissária Tina Mucklow. Cooper ordenou rumo à Cidade do México, uma escala de combustível em Reno, flaps e trem de pouso baixos, e um voo baixo e lento. Em algum ponto após a decolagem de Seattle, sobre o sudoeste de Washington, à noite e sob chuva, baixou a escada traseira e deixou o avião. Quando o 727 aterrou em Reno às 23h45 PST, a escada ainda estava baixa e Cooper já não estava.
O FBI abriu o caso NORJAK — sequestro do Noroeste. Foram anotados os números de série das notas de 20 dólares. Em fevereiro de 1980 um menino, Brian Ingram, achou três maços deteriorados dessas notas, cerca de 5.800 dólares de valor facial, num banco de areia do rio Columbia depois chamado Tena Bar, perto de Vancouver, Washington. Não se acharam restos, paraquedas nem esconderijo de resgate confirmados. O Bureau suspendeu a investigação ativa em 12 de julho de 2016 e deixou o dossiê sem solução.
D.B. Cooper é o nome que a imprensa inventou. O bilhete dizia Dan Cooper. O registro público é um voo curto, um resgate documentado, um achado fluvial e um dossiê que o FBI encerrou sem réu. Cooper foi descrito como um homem calado, de terno escuro, camisa branca, gravata preta e mocassins, talvez na casa dos quarenta, que pediu bourbon e fumou. Sentou-se na última fila de estibordo. Após o bilhete, negociou por meio de Mucklow. O presidente da Northwest, Donald Nyrop, autorizou o pagamento. A polícia de Seattle e agentes do FBI entregaram um saco de notas de 20 dólares de vários bancos e quatro paraquedas, dois deles de copa esportiva de uma escola local de paraquedismo.
O índice vem antes do comentário. Em 1971, D.B. Cooper fica com «O salto noturno» e 24. Sem ranking nem reserva. 241971
Números que ficam
- Ano do volume
- 1971
- Número fixado
- 24
- Caso
- D.B. Cooper
- Linha pública
- O salto noturno