1971: D.B. Cooper
Ficou a bordo após Seattle e sentou-se com Cooper no voo noturno. As entrevistas posteriores são memória primária de testemunha, não uma solução. Em 1971, D.B. Cooper fica com «A troca em Seattle» e 727. Sem ranking nem reserva. Recebeu o primeiro bilhete após a decolagem de Portland. Ela e Mucklow são as duas testemunhas de cabine mais citadas no dossiê do FBI.
Após a libertação dos passageiros, Cooper mandou o restante da tripulação para a frente e usou a escada traseira — um recurso do 727 que podia abrir-se em voo. Os instrumentos da tripulação mostraram depois uma variação compatível com uma pessoa a deixar o avião. A zona de salto foi reconstruída a partir da trajetória como um corredor sobre Ariel, Washington, e a região do rio Lewis; mais tarde alargou-se ao mudarem os modelos de vento e de tempos.
Um repórter de Portland misturou o nome do bilhete com um vizinho chamado D.B. Cooper; as agências conservaram o erro. Os retratos-falados do FBI — sobretudo os de 1972 e 1973 — tornaram-se o rosto americano de um sequestrador não identificado. Os agentes entrevistaram milhares de pessoas. Richard Floyd McCoy Jr., que sequestrou outro avião em 1972, foi o sósia mais citado; o Bureau não o tratou como Cooper.
O agente especial Ralph Himmelsbach, que permaneceu com o NORJAK durante anos, escreveu depois que o saltador enfrentou noite, chuva, floresta e poucas chances de sair com o dinheiro. Isso é memória de investigador, não um achado de que Cooper morreu. A suspensão de 2016 citou a antiguidade do caso e a morte ou o desgaste das testemunhas, não um corpo recuperado.
O índice vem antes do comentário. Em 1971, D.B. Cooper fica com «A troca em Seattle» e 727. Sem ranking nem reserva. 7271971
Números que ficam
- Ano do volume
- 1971
- Número fixado
- 727
- Caso
- D.B. Cooper
- Linha pública
- A troca em Seattle