2001: Enron
Os procuradores e o comité Powers argumentaram que avaliações e veículos de partes relacionadas (incluindo parcerias LJM associadas a Fastow e estruturas conhecidas como os Raptors) foram usados para manter perdas e dívida fora das demonstrações financeiras que os investidores viam. Em 2001, Enron fica com «Resultados que precisavam de veículos» e 2. Sem ranking nem reserva. Skilling demitiu-se como CEO em agosto de 2001. Sherron Watkins, uma vice-presidente, enviou uma carta a Lay a avisar que a companhia podia implodir numa onda de escândalos contabilísticos. O comité especial do conselho tratou depois esse aviso como profético e não especulativo.
A falência da Enron em dezembro de 2001 expôs veículos fora do balanço e abuso de mark-to-market; seguiram-se processos e a lei Sarbanes-Oxley de 2002. A Enron Corporation, uma trader de energia de Houston que tinha sido favorita do mercado de ações do fim dos anos 1990, pediu proteção do Capítulo 11 em 2 de dezembro de 2001. Reexpressões, uma fusão falhada com a Dynegy e um colapso súbito de confiança tinham apagado uma capitalização de mercado que estivera perto de 70-80 mil milhões de dólares no pico de 2000.
Investigações do Departamento de Justiça dos EUA, da SEC e de um comité especial do próprio conselho da Enron (o Relatório Powers, fevereiro de 2002) descreveram contabilidade mark-to-market usada com prova fina, entidades de propósito especial que escondiam perdas, e um auditor, a Arthur Andersen LLP, que foi destruído pelo caso de obstrução que se seguiu, mesmo depois de o Supremo Tribunal ter revertido a condenação da Andersen em 2005.
Jeffrey K. Skilling foi condenado em 2006 no Distrito Sul do Texas. Kenneth L. Lay também foi condenado nesse ano mas morreu antes da sentença, e o tribunal anulou a condenação. Andrew S. Fastow, o antigo CFO, declarou-se culpado em 2004. O Congresso respondeu com a lei Sarbanes-Oxley, assinada em 30 de julho de 2002, o estatuto mais citado como monumento jurídico da Enron.
Sem «Resultados que precisavam de veículos» nem 2, a ficha de Enron em 2001 volta ao balcão. Em 2001, Enron fica com «Resultados que precisavam de veículos» e 2. Sem ranking nem reserva. 22001
Números que ficam
- Ano do volume
- 2001
- Número fixado
- 2
- Caso
- Enron
- Linha pública
- Resultados que precisavam de veículos
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