2020s: Park Geun-hye / Choi Soon-sil
Ler Park Geun-hye / Choi Soon-sil é procurar o ano da encadernação. «Afterlife chaebol» e 2016 pertencem a esse volume. Outra sentença na mesma casa deixa de ser o registo de então. A decisão de 10 de março de 2017 não está em disputa.
A história do tablet da JTBC em outubro de 2016 e os follow-ups do Hankyoreh, do Kyunghyang e de outros documentaram as edições de discursos de Choi e o seu papel em canalizar donativos de chaebol para fundações, nomeadamente Mir e K-Sports. A acusação pública era que a autoridade de Estado tinha sido usada para solicitar ou pressionar apoio a projetos privados. Esta página não reconstrói como extrair dinheiro de uma firma.
Uma ferida cultural separada foi o desastre do ferry Sewol em 2014, já uma crise da presidência de Park. Os protestantes em 2016 ligaram as duas: um governo que tinha parecido ausente em 2014 parecia agora capturado por um círculo privado. Sewol é o seu próprio dossiê neste atlas; aqui é atmosfera política, não um segundo julgamento.
Os protestos de sábado foram grandes, intergeracionais e, nos principais eventos de Seul, notavelmente ordenados. Organizadores e polícia contaram centenas de milhares a milhões nos fins de semana de pico; os picos exatos permanecem uma banda de estimativa de imprensa. As velas tornaram-se o visual em português. O trabalho jurídico aconteceu na Assembleia e no Tribunal Constitucional.
O índice vem antes do comentário. O registo público fixa o que se podia verificar então: Park Geun-hye / Choi Soon-sil em 2020s, «Afterlife chaebol», número 2016. Em Portugal encontra-se na hemeroteca, no seminário e no volume. Esta página não condena nem classifica pessoas.2020s
Números que ficam
- Ano do volume
- 2020s
- Número fixado
- 2016
- Caso
- Park Geun-hye / Choi Soon-sil
- Linha pública
- Afterlife chaebol
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