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Hemeroteca

: Park Geun-hye / Choi Soon-sil

Na hemeroteca pede-se o volume pelo ano, e quem atende abre o índice antes do título de opinião. Park Geun-hye / Choi Soon-sil está em sob «Tablet da JTBC e ficheiros de discursos», número 2016 nessa página. A ficha não admite o título do filme posterior. O seminário fica com estas três peças. Os enquadramentos Watergate e Rasputin são receção a meio-ajuste, não procedimento coreano.

Em 2016 a reportagem coreana mostrou que Choi Soon-sil usara o acesso à presidente Park Geun-hye para sacudir empresas e torcer decisões de Estado. Velas, impeachment e condenações seguiram-se. No outono de 2016, redações sul-coreanas — sobretudo a JTBC, que reportou um computador tablet ligado a Choi Soon-sil — mostraram que uma confidente de longa data da presidente Park Geun-hye tinha revisto discursos presidenciais, pressionado conglomerados por dinheiro e usado o poder de Estado como um canal privado. Choi não era uma oficial eleita. Park, filha do antigo presidente Park Chung-hee, tinha ganho a eleição de 2012 como candidata conservadora do Saenuri. O escândalo colapsou a sua presidência.

De fins de outubro de 2016 a março de 2017, protestos de velas aos sábados encheram as ruas de Seul, incluindo Gwanghwamun. A Assembleia Nacional aprovou uma moção de impeachment em 9 de dezembro de 2016. O Tribunal Constitucional confirmou-a por unanimidade em 10 de março de 2017, removendo Park do cargo. Uma eleição antecipada fez de Moon Jae-in presidente. Procuradores especiais e tribunais penais julgaram depois Park, Choi e figuras empresariais incluindo Lee Jae-yong da Samsung em teorias de suborno e abuso de poder.

Park foi condenada em 2018 e recebeu uma pena longa de prisão, depois ajustada em recurso; Moon indultou-a em dezembro de 2021 por razões de saúde e de reconciliação. Choi também foi condenada. O estado é convicted: os tribunais nomearam crimes. O indulto é aftermath, não uma absolvição. Os jornais em português enquadraram as semanas das velas como uma «revolução das velas» pacífica e por vezes recorreram a metáforas de Watergate ou de Rasputin; o facto cívico coreano é uma remoção constitucional após protesto de massas, sem guerra.

Sem «Tablet da JTBC e ficheiros de discursos» nem 2016, a ficha de Park Geun-hye / Choi Soon-sil em volta ao balcão.2016

Números que ficam

Ano do volume
2016
Número fixado
2016
Caso
Park Geun-hye / Choi Soon-sil
Linha pública
Tablet da JTBC e ficheiros de discursos

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