1985: Enron
Ler Enron é procurar o ano da encadernação. «Enron formada» e 2 pertencem a esse volume. Outra sentença na mesma casa deixa de ser o registo de então. Os beats abaixo seguem a sequência do Relatório Powers e dos processos de Houston, e não o atalho do cinema.
Investigações do Departamento de Justiça dos EUA, da SEC e de um comité especial do próprio conselho da Enron (o Relatório Powers, fevereiro de 2002) descreveram contabilidade mark-to-market usada com prova fina, entidades de propósito especial que escondiam perdas, e um auditor, a Arthur Andersen LLP, que foi destruído pelo caso de obstrução que se seguiu, mesmo depois de o Supremo Tribunal ter revertido a condenação da Andersen em 2005.
Jeffrey K. Skilling foi condenado em 2006 no Distrito Sul do Texas. Kenneth L. Lay também foi condenado nesse ano mas morreu antes da sentença, e o tribunal anulou a condenação. Andrew S. Fastow, o antigo CFO, declarou-se culpado em 2004. O Congresso respondeu com a lei Sarbanes-Oxley, assinada em 30 de julho de 2002, o estatuto mais citado como monumento jurídico da Enron.
O que o registro da Enron de facto mostra O Relatório Powers, os processos penais em Houston e o caso Andersen são as fontes públicas primárias. Descrevem escolhas contabilísticas e estruturas fora do balanço que os tribunais trataram depois como fraude, não um único livro-razão em falta.
O índice vem antes do comentário. O registo público fixa o que se podia verificar então: Enron em 1985, «Enron formada», número 2. Em Portugal encontra-se na hemeroteca, no seminário e no volume. Esta página não condena nem classifica pessoas.1985
Números que ficam
- Ano do volume
- 1985
- Número fixado
- 2
- Caso
- Enron
- Linha pública
- Enron formada