1990s: Enron
Na hemeroteca pede-se o volume pelo ano, e quem atende abre o índice antes do título de opinião. Enron está em 1990s sob «Trading e mark-to-market», número 2 nessa página. A ficha não admite o título do filme posterior. O seminário fica com estas três peças. O pedido de 2 de dezembro de 2001 e o caso de obstrução da Andersen fizeram da Enron um evento político nacional, não só uma falência de Houston.
O que o registro da Enron de facto mostra O Relatório Powers, os processos penais em Houston e o caso Andersen são as fontes públicas primárias. Descrevem escolhas contabilísticas e estruturas fora do balanço que os tribunais trataram depois como fraude, não um único livro-razão em falta.
A Enron expandiu-se de uma companhia de gasodutos para uma trader de energia e de outros contratos. Usou contabilidade mark-to-market, permitida em alguns contextos, para reconhecer valores estimados de negócios de longo prazo como resultados correntes. Os procuradores e o comité Powers argumentaram que avaliações e veículos de partes relacionadas (incluindo parcerias LJM associadas a Fastow e estruturas conhecidas como os Raptors) foram usados para manter perdas e dívida fora das demonstrações financeiras que os investidores viam.
Skilling demitiu-se como CEO em agosto de 2001. Sherron Watkins, uma vice-presidente, enviou uma carta a Lay a avisar que a companhia podia implodir numa onda de escândalos contabilísticos. O comité especial do conselho tratou depois esse aviso como profético e não especulativo. Em outubro a Enron tomou um encargo grande e a SEC abriu um inquérito. Um resgate da Dynegy colapsou. As notações de crédito caíram. A falência seguiu-se em 2 de dezembro de 2001, então a maior da história dos EUA.
Sem «Trading e mark-to-market» nem 2, a ficha de Enron em 1990s volta ao balcão.1990s
Números que ficam
- Ano do volume
- 1990s
- Número fixado
- 2
- Caso
- Enron
- Linha pública
- Trading e mark-to-market