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Hemeroteca

: Enron

Na hemeroteca pede-se o volume pelo ano, e quem atende abre o índice antes do título de opinião. Enron está em sob «Confissões, julgamento, estatuto», número 2004 nessa página. A ficha não admite o título do filme posterior. O seminário fica com estas três peças. O que significa mark-to-market neste caso?

A falência da Enron em dezembro de 2001 expôs veículos fora do balanço e abuso de mark-to-market; seguiram-se processos e a lei Sarbanes-Oxley de 2002. A Enron Corporation, uma trader de energia de Houston que tinha sido favorita do mercado de ações do fim dos anos 1990, pediu proteção do Capítulo 11 em 2 de dezembro de 2001. Reexpressões, uma fusão falhada com a Dynegy e um colapso súbito de confiança tinham apagado uma capitalização de mercado que estivera perto de 70-80 mil milhões de dólares no pico de 2000.

Investigações do Departamento de Justiça dos EUA, da SEC e de um comité especial do próprio conselho da Enron (o Relatório Powers, fevereiro de 2002) descreveram contabilidade mark-to-market usada com prova fina, entidades de propósito especial que escondiam perdas, e um auditor, a Arthur Andersen LLP, que foi destruído pelo caso de obstrução que se seguiu, mesmo depois de o Supremo Tribunal ter revertido a condenação da Andersen em 2005.

Jeffrey K. Skilling foi condenado em 2006 no Distrito Sul do Texas. Kenneth L. Lay também foi condenado nesse ano mas morreu antes da sentença, e o tribunal anulou a condenação. Andrew S. Fastow, o antigo CFO, declarou-se culpado em 2004. O Congresso respondeu com a lei Sarbanes-Oxley, assinada em 30 de julho de 2002, o estatuto mais citado como monumento jurídico da Enron.

Sem «Confissões, julgamento, estatuto» nem 2004, a ficha de Enron em volta ao balcão.2004

Números que ficam

Ano do volume
2004
Número fixado
2004
Caso
Enron
Linha pública
Confissões, julgamento, estatuto

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