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Hemeroteca

: D.B. Cooper

Ler D.B. Cooper é procurar o ano da encadernação. «Declarações da tripulação do voo 305» e 305 pertencem a esse volume. Outra sentença na mesma casa deixa de ser o registo de então. A circulação nacional dos esboços produziu milhares de nomes e nenhuma acusação.

Cooper foi descrito como um homem calado, de terno escuro, camisa branca, gravata preta e mocassins, talvez na casa dos quarenta, que pediu bourbon e fumou. Sentou-se na última fila de estibordo. Após o bilhete, negociou por meio de Mucklow. O presidente da Northwest, Donald Nyrop, autorizou o pagamento. A polícia de Seattle e agentes do FBI entregaram um saco de notas de 20 dólares de vários bancos e quatro paraquedas, dois deles de copa esportiva de uma escola local de paraquedismo.

Após a libertação dos passageiros, Cooper mandou o restante da tripulação para a frente e usou a escada traseira — um recurso do 727 que podia abrir-se em voo. Os instrumentos da tripulação mostraram depois uma variação compatível com uma pessoa a deixar o avião. A zona de salto foi reconstruída a partir da trajetória como um corredor sobre Ariel, Washington, e a região do rio Lewis; mais tarde alargou-se ao mudarem os modelos de vento e de tempos.

Um repórter de Portland misturou o nome do bilhete com um vizinho chamado D.B. Cooper; as agências conservaram o erro. Os retratos-falados do FBI — sobretudo os de 1972 e 1973 — tornaram-se o rosto americano de um sequestrador não identificado. Os agentes entrevistaram milhares de pessoas. Richard Floyd McCoy Jr., que sequestrou outro avião em 1972, foi o sósia mais citado; o Bureau não o tratou como Cooper.

O índice vem antes do comentário. O registo público fixa o que se podia verificar então: D.B. Cooper em , «Declarações da tripulação do voo 305», número 305. Em Portugal encontra-se na hemeroteca, no seminário e no volume. Esta página não condena nem classifica pessoas.305

Números que ficam

Ano do volume
305
Número fixado
305
Caso
D.B. Cooper
Linha pública
Declarações da tripulação do voo 305

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