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Hemeroteca

1990s: Enron · 379

Na hemeroteca pede-se o volume pelo ano, e quem atende abre o índice antes do título de opinião. Enron está em 1990s sob «Trading e mark-to-market», número 2 nessa página. A ficha não admite o título do filme posterior. O seminário fica com estas três peças. O valor do capital da Enron era da ordem de 70-80 mil milhões de dólares no pico de 2000 antes do colapso de 2001 até à falência.

O que o registro da Enron de facto mostra O Relatório Powers, os processos penais em Houston e o caso Andersen são as fontes públicas primárias. Descrevem escolhas contabilísticas e estruturas fora do balanço que os tribunais trataram depois como fraude, não um único livro-razão em falta.

A Enron expandiu-se de uma companhia de gasodutos para uma trader de energia e de outros contratos. Usou contabilidade mark-to-market, permitida em alguns contextos, para reconhecer valores estimados de negócios de longo prazo como resultados correntes. Os procuradores e o comité Powers argumentaram que avaliações e veículos de partes relacionadas (incluindo parcerias LJM associadas a Fastow e estruturas conhecidas como os Raptors) foram usados para manter perdas e dívida fora das demonstrações financeiras que os investidores viam.

Skilling demitiu-se como CEO em agosto de 2001. Sherron Watkins, uma vice-presidente, enviou uma carta a Lay a avisar que a companhia podia implodir numa onda de escândalos contabilísticos. O comité especial do conselho tratou depois esse aviso como profético e não especulativo. Em outubro a Enron tomou um encargo grande e a SEC abriu um inquérito. Um resgate da Dynegy colapsou. As notações de crédito caíram. A falência seguiu-se em 2 de dezembro de 2001, então a maior da história dos EUA.

Sem «Trading e mark-to-market» nem 2, a ficha de Enron em 1990s volta ao balcão.1990s

Números que ficam

Ano do volume
1990s
Número fixado
2
Caso
Enron
Linha pública
Trading e mark-to-market

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