2015: roubo do Museu Gardner
Ler roubo do Museu Gardner é procurar o ano da encadernação. «Apelo público em vídeo» e 18 pertencem a esse volume. Outra sentença na mesma casa deixa de ser o registo de então. As pessoas que o público pode nomear são sobretudo guardadores e cronistas. As pessoas que moveram os quadros não foram condenadas em audiência pública.
O Concerto é uma de apenas cerca de três dezenas de pinturas atribuídas com segurança a Vermeer. A Tempestade no Mar da Galileia é a única marinhas de Rembrandt. Junto com Uma Dama e um Cavalheiro de Negro e uma pequena gravura de autorretrato de Rembrandt, fizeram da Dutch Room o centro da perda. Chez Tortoni de Manet foi levado da Blue Room.
O grupo Degas era obras em papel, não os óleos mais famosos do museu. O gu chinês da dinastia Shang ou posterior e o remate da bandeira mostram que o lote não era uma lista de compras de uma só escola. O seguro não substituiu os objetos: o testamento de Gardner e a prática do museu tratam a coleção como uma instalação fixa, não como um inventário líquido.
Os jornais de Boston dataram o evento a um fim de semana de feriado quando o Fenway ainda estava ruidoso das celebrações de Saint Patrick. Dois homens ganharam entrada após se apresentarem como polícias a responder a um distúrbio. Esta página não reconstrói o modo como se moveram pelas galerias. O registro público é o que faltava ao amanhecer e o que a vigia noturna disse depois aos investigadores.
O índice vem antes do comentário. O registo público fixa o que se podia verificar então: roubo do Museu Gardner em 2015, «Apelo público em vídeo», número 18. Em Portugal encontra-se na hemeroteca, no seminário e no volume. Esta página não condena nem classifica pessoas.2015
Números que ficam
- Ano do volume
- 2015
- Número fixado
- 18
- Caso
- roubo do Museu Gardner
- Linha pública
- Apelo público em vídeo
1970: Grande Roubo do TremEnsaio seguinteOs 1000 ensaios1000