2002: Enron
Na hemeroteca pede-se o volume pelo ano, e quem atende abre o índice antes do título de opinião. Enron está em 2002 sob «Demonstrações reexpressas (2001)», número 2001 nessa página. A ficha não admite o título do filme posterior. O seminário fica com estas três peças. O DOJ acusou o auditor de obstrução relacionada com destruição de documentos; julgamento e condenação seguiram-se em 2002.
O que o registro da Enron de facto mostra O Relatório Powers, os processos penais em Houston e o caso Andersen são as fontes públicas primárias. Descrevem escolhas contabilísticas e estruturas fora do balanço que os tribunais trataram depois como fraude, não um único livro-razão em falta.
A Enron expandiu-se de uma companhia de gasodutos para uma trader de energia e de outros contratos. Usou contabilidade mark-to-market, permitida em alguns contextos, para reconhecer valores estimados de negócios de longo prazo como resultados correntes. Os procuradores e o comité Powers argumentaram que avaliações e veículos de partes relacionadas (incluindo parcerias LJM associadas a Fastow e estruturas conhecidas como os Raptors) foram usados para manter perdas e dívida fora das demonstrações financeiras que os investidores viam.
Skilling demitiu-se como CEO em agosto de 2001. Sherron Watkins, uma vice-presidente, enviou uma carta a Lay a avisar que a companhia podia implodir numa onda de escândalos contabilísticos. O comité especial do conselho tratou depois esse aviso como profético e não especulativo. Em outubro a Enron tomou um encargo grande e a SEC abriu um inquérito. Um resgate da Dynegy colapsou. As notações de crédito caíram. A falência seguiu-se em 2 de dezembro de 2001, então a maior da história dos EUA.
Sem «Demonstrações reexpressas (2001)» nem 2001, a ficha de Enron em 2002 volta ao balcão.2002
Números que ficam
- Ano do volume
- 2002
- Número fixado
- 2001
- Caso
- Enron
- Linha pública
- Demonstrações reexpressas (2001)
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