2013: roubo do Museu Gardner
Ler roubo do Museu Gardner é procurar o ano da encadernação. «Uma pretensão de 2013 sem quadros» e 10 pertencem a esse volume. Outra sentença na mesma casa deixa de ser o registo de então. O roubo original de 1990 já não pode ser processado como um furto federal autónomo após o limite de cinco anos ter corrido em 1995. Possuir ou mover as obras roubadas ainda pode ser um crime. A prioridade declarada do mu
O Concerto é uma de apenas cerca de três dezenas de pinturas atribuídas com segurança a Vermeer. A Tempestade no Mar da Galileia é a única marinhas de Rembrandt. Junto com Uma Dama e um Cavalheiro de Negro e uma pequena gravura de autorretrato de Rembrandt, fizeram da Dutch Room o centro da perda. Chez Tortoni de Manet foi levado da Blue Room.
O grupo Degas era obras em papel, não os óleos mais famosos do museu. O gu chinês da dinastia Shang ou posterior e o remate da bandeira mostram que o lote não era uma lista de compras de uma só escola. O seguro não substituiu os objetos: o testamento de Gardner e a prática do museu tratam a coleção como uma instalação fixa, não como um inventário líquido.
Os jornais de Boston dataram o evento a um fim de semana de feriado quando o Fenway ainda estava ruidoso das celebrações de Saint Patrick. Dois homens ganharam entrada após se apresentarem como polícias a responder a um distúrbio. Esta página não reconstrói o modo como se moveram pelas galerias. O registro público é o que faltava ao amanhecer e o que a vigia noturna disse depois aos investigadores.
O índice vem antes do comentário. O registo público fixa o que se podia verificar então: roubo do Museu Gardner em 2013, «Uma pretensão de 2013 sem quadros», número 10. Em Portugal encontra-se na hemeroteca, no seminário e no volume. Esta página não condena nem classifica pessoas.2013
Números que ficam
- Ano do volume
- 2013
- Número fixado
- 10
- Caso
- roubo do Museu Gardner
- Linha pública
- Uma pretensão de 2013 sem quadros