Corpo de exército
Órgãos semi-independentes de armas – a assinatura organizacional de Napoleão.
Grande Armee, poder marítimo britânico e exércitos de coalizão – estruturas históricas.
História educativa. As cifras de baixas são intervalos documentados. Isto não é conselho operacional, nem um ranking de nações, nem um tutorial de armas ou golpes.
A organização e o recrutamento do corpo francês foram a revolução institucional. Os exércitos da coalizão aprenderam a se concentrar em 1813, depois de anos sendo derrotados detalhadamente.
O bloqueio da Marinha Real era uma estrutura de força: navios de linha, estaleiros e gangues de imprensa – um estado britânico mais do que uma batalha.
Órgãos semi-independentes de armas – a assinatura organizacional de Napoleão.
Impostos, dívidas e estaleiros como forma de fazer guerra sem uma Grande Armee.
Aprimoramento de 1805 a 1813-15 – Plano Trachenberg como coordenação político-militar.
Guerra popular que os regulares não conseguiram mapear.
A guerra económica como política de ocupação.
Viena como método permanente, não como partido único.
Austerlitz, Jena, Wagram, Leipzig – o tabuleiro de xadrez imperial.
Ameaça de invasão e seu fim naval.
A úlcera: cercos, linhas, guerrilhas.
Kovno para Moscou e vice-versa – a distância como arma.
Waterloo e Wavre como um dia de dois campos de batalha.
1812 os consumiu; campanhas posteriores sentiram a escassez.
Subsídios à Rússia, Prússia e Áustria.
Viver do campo funcionou na Alemanha e fracassou no vazio da Rússia.
Navios da linha como produtos industriais da era pré-vapor.
A cavalaria e a artilharia são importantes nas pinturas; o tifo e o abastecimento eram mais importantes na Rússia.
Este não é um guia para o emprego de artilharia montada. É uma imagem de força histórica.