, Lockheed Martin · tin-17-139 #17-139 · read-lockheed-martin-17-139 · 539
[539] [read-lockheed-martin-17-] Ler Lockheed Martin é procurar a data do arquivo, não o lema do cartaz. chama «Audiências do F-35» e 35. Forte e fraco não são colunas dessa casa. Teatro: fábricas nos EUA e escritórios do Pentágono; cliente de exportação.
Esta página é a história da empresa – fábricas, programas, audiências – não um folheto de produto e não um manual de instruções para qualquer aeronave ou míssil. Kelly Johnson e Ben Rich são o vernáculo inglês da loja secreta. Norman Augustine é o vernáculo do executivo da década de 1990 que escreveu sobre a queda do setor. Marillyn Hewson e James Taiclet são posteriormente CEOs públicos.
A memória de compras coreana é abundante: F-16, depois F-35 e um século de tipos dos EUA em serviço na ROK. Esse também é um facto da aliança industrial na página militar da Coreia do Sul. A intensidade é baixa (uma empresa, não uma campanha). O TechShift é alto porque os tipos da Skunk Works mudaram o reconhecimento e, mais tarde, o F-35 mudou uma geração de política da força aérea.
Duas empresas, um dialeto do Pentágono A Lockheed Martin é o que parecia a consolidação da defesa dos EUA depois de 1991 – um papel timbrado que ainda carrega um mito de loja na Califórnia. Vegas, Electras, depois os transportes de guerra e a Skunk Works do pós-guerra. O escândalo do acidente alemão do F-104 e a carreira interminável do C-130 são duas morais em um catálogo.
O cartaz pode estar em frente. A cronologia não copia as frases. Um facto de guerra escreve-se por data, lugar e acção. Lockheed Martin em , «Audiências do F-35», número 35. Em Portugal encontra-se na cronologia local, na ficha de uma peça e na linha do manual. As três não se tornam uma liga. Esta página não ordena países.35
Números que ficam
- Ano
- 35
- Número que acompanha
- 35
- Facto
- Lockheed Martin
- Linha da cronologia
- Audiências do F-35
1942, Batalha de Midway · dway-3-140Ensaio seguinteOs 1000 ensaios1000