1996, Lockheed Martin · tin-13-135 #13-135 · read-lockheed-martin-13-135
[535] [read-lockheed-martin-13-] Ler Lockheed Martin é procurar a data do arquivo, não o lema do cartaz. 1996 chama «Política F-22 / F-35» e 2015. Forte e fraco não são colunas dessa casa. Um falecido CEO nomeado pela imprensa empresarial inglesa.
Esta página é a história da empresa – fábricas, programas, audiências – não um folheto de produto e não um manual de instruções para qualquer aeronave ou míssil. Kelly Johnson e Ben Rich são o vernáculo inglês da loja secreta. Norman Augustine é o vernáculo do executivo da década de 1990 que escreveu sobre a queda do setor. Marillyn Hewson e James Taiclet são posteriormente CEOs públicos.
A memória de compras coreana é abundante: F-16, depois F-35 e um século de tipos dos EUA em serviço na ROK. Esse também é um facto da aliança industrial na página militar da Coreia do Sul. A intensidade é baixa (uma empresa, não uma campanha). O TechShift é alto porque os tipos da Skunk Works mudaram o reconhecimento e, mais tarde, o F-35 mudou uma geração de política da força aérea.
Duas empresas, um dialeto do Pentágono A Lockheed Martin é o que parecia a consolidação da defesa dos EUA depois de 1991 – um papel timbrado que ainda carrega um mito de loja na Califórnia. Vegas, Electras, depois os transportes de guerra e a Skunk Works do pós-guerra. O escândalo do acidente alemão do F-104 e a carreira interminável do C-130 são duas morais em um catálogo.
O cartaz pode estar em frente. A cronologia não copia as frases. Um facto de guerra escreve-se por data, lugar e acção. Lockheed Martin em 1996, «Política F-22 / F-35», número 2015. Em Portugal encontra-se na cronologia local, na ficha de uma peça e na linha do manual. As três não se tornam uma liga. Esta página não ordena países.1996
Números que ficam
- Ano
- 1996
- Número que acompanha
- 2015
- Facto
- Lockheed Martin
- Linha da cronologia
- Política F-22 / F-35
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