Jahangir Khan
Susan Devoy
Estatística por estatística
As barras são proporcionais ao líder desta lista.
O veredicto
Jahangir Khan lidera 4 de 4 categorias. Nosso ranking de todos os tempos coloca Jahangir Khan em nº 1 e Susan Devoy em nº 7.
O caso de Jahangir Khan
Dono da maior sequência de vitórias no esporte profissional: 555 partidas consecutivas invicto ao longo de cinco anos e oito meses, de uma derrota na final do British Open para Geoff Hunt em novembro de 1981 até Ross Norman vencê-lo na final do World Open de 1986 em Toulouse. Já havia vencido o título mundial amador aos 15 anos e o World Open aos 17, em 1981, ainda o mais jovem campeão mundial masculino. Encerrou a carreira com seis World Opens e dez British Opens consecutivos de 1982 a 1991, dezesseis majors ao todo, construídos sobre um jogo de comprimento tão preciso e uma base de condicionamento tão profunda que os adversários descreviam enfrentá-lo como um interrogatório, não uma partida. Sua vitória de 1983 sobre Gamal Awad durou 2 horas e 46 minutos, a mais longa partida competitiva de squash já registrada. Filho do grande Roshan Khan e sobrinho de Hashim, mais tarde foi presidente da World Squash Federation. Ninguém mais no squash combina esse pico com essa duração.
O caso de Susan Devoy
A jogadora que manteve o jogo feminino unido entre Heather McKay e as australianas, e uma das carreiras curtas e mais concentradamente vitoriosas do esporte. Devoy venceu oito British Opens entre 1984 e 1992, sete deles consecutivos, e quatro World Opens em 1985, 1987, 1990 e 1992 — doze majors em pouco mais de uma década. Foi número um do mundo em praticamente toda a extensão de 1984 até sua aposentadoria, que veio aos 28 anos, imediatamente depois de vencer tanto o British Open quanto o World Open no mesmo ano, uma saída no auge absoluto raríssima no esporte profissional. Seu jogo era agressivo para os padrões da época, construído sobre voleio precoce e disposição para atacar a frente da quadra em vez de apenas desgastar o adversário. Mais tarde foi condecorada Dame e serviu como Comissária de Relações Raciais da Nova Zelândia, e continua sendo a atleta de esportes de raquete mais bem-sucedida do país.