Jon Jones
José Aldo
Estatística por estatística
As barras são proporcionais ao líder desta lista.
O veredicto
Empate total nas categorias medidas. Nosso ranking de todos os tempos coloca Jon Jones em nº 1 e José Aldo em nº 8.
O caso de Jon Jones
Amplamente considerado o lutador mais completo já produzido pelo esporte, Jones tem um cartel de 28-1, com a única derrota sendo uma desclassificação controversa em 2009 por cotoveladas ilegais de cima para baixo contra Matt Hamill — uma luta que ele estava dominando. Ele se tornou o campeão mais jovem da história do UFC, aos 23 anos, ao parar Shogun Rua no UFC 128 em 2011, e depois reinou nos meio-pesados por quase uma década, vencendo Daniel Cormier, Alexander Gustafsson, Lyoto Machida, Vitor Belfort, Glover Teixeira, Thiago Santos e Dominick Reyes. Em 2023, subiu para os pesos-pesados e finalizou Ciryl Gane pelo título vago no UFC 285, depois parou o ex-campeão Stipe Miocic com um chute giratório no corpo no UFC 309, em 2024. Seu alcance, criatividade e QI de luta incomparáveis só ficam ofuscados por suspensões e problemas legais fora da jaula.
O caso de José Aldo
O maior peso-pena de todos os tempos, Aldo ficou invicto por cerca de uma década — uma sequência de 18 vitórias entre 2005 e 2015 — enquanto reinava como campeão do WEC e depois primeiro campeão dos penas do UFC. Seus chutes na perna eram os mais temidos do esporte, derrubando de forma memorável Urijah Faber e reduzindo adversários a alvos mancando, e ele os combinava com um boxe afiado e uma defesa de queda de elite. Defendeu repetidamente a coroa dos penas contra os melhores da divisão, até Conor McGregor surpreendê-lo com um nocaute em 13 segundos no UFC 194, em 2015, um dos momentos mais chocantes da história do MMA. Reconstruiu-se como um dos principais contendores dos galos já na casa dos trinta anos, também disputando aquele título, e se aposentou do MMA com cerca de 31-8. Em termos de dominância divisional sustentada, poucas carreiras rivalizam com seu auge.