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🥋Georges St-Pierre vs José Aldo

Frente a frente · MMA

Georges St-Pierre
#2

Georges St-Pierre

Canadá · 2002-2019

VS
José Aldo
#8

José Aldo

Brasil · 2004-2022

Estatística por estatística

26 Vitórias profissionais 31
93% Taxa de vitórias 80%
13 Vitórias em lutas de título 9
~54% Taxa de finalização ~66%

As barras são proporcionais ao líder desta lista.

O veredicto

Empate total nas categorias medidas. Nosso ranking de todos os tempos coloca Georges St-Pierre em nº 2 e José Aldo em nº 8.

O caso de Georges St-Pierre

O meio-médio mais dominante da história e um exemplo de preparação, GSP se aposentou com cartel de 26-2, tendo vingado as duas derrotas. Conquistou o título dos meio-médios contra Matt Hughes no UFC 65, em 2006, sofreu uma derrota surpreendente por nocaute para Matt Serra em 2007, e então recuperou o cinturão e nunca mais perdeu, defendendo-o nove vezes consecutivas contra uma lista de adversários que incluiu B.J. Penn, Jon Fitch, Thiago Alves, Jake Shields e Nick Diaz. Famoso por adaptar um plano de jogo específico para cada adversário — fazendo wrestling contra strikers e vencendo no striking contra wrestlers — ele combinava um jab de elite com controle superior sufocante. Depois de um hiato de quatro anos, retornou no UFC 217, em 2017, para finalizar o campeão dos médios Michael Bisping, tornando-se campeão em duas divisões, e se aposentou no topo. Sua sequência de 13 vitórias em lutas de título foi recorde, e seu profissionalismo remodelou o esporte.

O caso de José Aldo

O maior peso-pena de todos os tempos, Aldo ficou invicto por cerca de uma década — uma sequência de 18 vitórias entre 2005 e 2015 — enquanto reinava como campeão do WEC e depois primeiro campeão dos penas do UFC. Seus chutes na perna eram os mais temidos do esporte, derrubando de forma memorável Urijah Faber e reduzindo adversários a alvos mancando, e ele os combinava com um boxe afiado e uma defesa de queda de elite. Defendeu repetidamente a coroa dos penas contra os melhores da divisão, até Conor McGregor surpreendê-lo com um nocaute em 13 segundos no UFC 194, em 2015, um dos momentos mais chocantes da história do MMA. Reconstruiu-se como um dos principais contendores dos galos já na casa dos trinta anos, também disputando aquele título, e se aposentou do MMA com cerca de 31-8. Em termos de dominância divisional sustentada, poucas carreiras rivalizam com seu auge.

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