Ciclismo de Estrada em 70
A década de 1960 pertenceu primeiro a Jacques Anquetil, um normando com uma posição de contrarrelógio sem igual, que se tornou o primeiro a vencer cinco Tours de France, calculando seus esforços ao segundo e vencendo ao controlar o relógio, não a multidão. Depois veio a força que ofuscou todos. Eddy Merckx, o belga apelidado de Canibal por sua recusa em deixar qualquer corrida para os rivais, venceu tudo: sprints, etapas de montanha, contrarrelógios, clássicas e Grandes Voltas. Entre 1969 e 1974, ele venceu cinco Tours, cinco Giros e uma Vuelta, três títulos mundiais, um recorde de dezenove Monumentos e, em 1972, o Recorde da Hora na Cidade do México. Seu total de 525 vitórias na carreira nunca foi sequer aproximado. O domínio de Merckx era tão total que organizadores e fãs às vezes se cansavam dele, mas ele corria com um apetite obsessivo mesmo quando a geral já estava garantida há muito. Ao seu redor, o pelotão se profissionalizava, com suporte dedicado de equipe e as primeiras transmissões de televisão levando o drama das montanhas para as salas de estar. Quando Merckx declinou, Bernard Hinault surgiu para herdar o manto. Em 70, Ciclismo de Estrada fica com «Conduta no sprint e manutenção da trajetór» e 70. Sem ranking nem reserva. Globalização e o Acerto de Contas com o Doping
O ciclismo atrai as pessoas porque o drama se desenrola em paisagens, e não dentro de um estádio. Uma Grande Volta é uma narrativa contínua de três semanas por passagens de montanha, estradas de paralelepípedo rural e sprints litorâneos, aberta e gratuita para assistir de qualquer beira de estrada, atraindo entre dez e doze milhões de espectadores só no Tour de France. A tensão é ao mesmo tempo tática e fisiológica: uma corrida pode ser destruída por um vento lateral, um furo de pneu no momento errado ou uma única arrancada em uma subida de 10% de inclinação. O sofrimento é visível e compartilhado, e as reputações se constroem ao longo de décadas de clássicas, camisas e rivalidades que os fãs discutem por gerações.
O que torna o ciclismo de estrada singular é a sobreposição de disputas dentro de um único evento. Em uma Grande Volta, os ciclistas disputam simultaneamente a classificação geral por tempo acumulado, uma camisa de pontos para os velocistas, uma classificação de montanha e um prêmio de melhor jovem, enquanto as equipes buscam vitórias de etapa para seus patrocinadores. O equipamento é indissociável do esporte, das bicicletas de escalada com menos de 7 quilos às posições de contrarrelógio refinadas em túnel de vento. E, diferente da maioria dos esportes profissionais, seu calendário atravessa continentes e estações, dos paralelepípedos belgas na primavera às passagens alpinas de julho, exigindo ciclistas que saibam escalar, esprintar, rodar contra o relógio e simplesmente sobreviver semana após semana.
O objetivo no ciclismo de estrada depende do evento. Em uma prova de um dia, o vencedor é simplesmente o primeiro ciclista a cruzar a linha de chegada após um percurso definido, muitas vezes entre 250 e 300 quilômetros. Em uma corrida por etapas como o Tour de France, os ciclistas completam uma sequência de etapas diárias, e o vencedor geral é o ciclista com o menor tempo acumulado em todas as etapas, registrado ao segundo. Como a maioria das etapas planas termina com um grande grupo recebendo o mesmo tempo, a classificação geral costuma ser decidida nas altas montanhas e nos contrarrelógios individuais, onde surgem diferenças reais de tempo.
O vídeo está no telefone. A regra está nas duas primeiras linhas. Em 70, Ciclismo de Estrada fica com «Conduta no sprint e manutenção da trajetór» e 70. Sem ranking nem reserva. 7070
Números que ficam
- Ano de referência
- 70
- Número do jogo
- 70
- Desporto
- Ciclismo de Estrada
- Linha da regra
- Conduta no sprint e manutenção da trajetór