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Rótulo do frasco

Poliéster, propriedade em 1950 · 598

Usar Poliéster começa por ler 1950. A linha é «Lavar e vestir» e o número é 255. Colar a frase da embalagem no caderno impede de repetir o que está no frasco. Nota de condutividade: pouco sólido; os tecidos prendem o ar. A pontuação de isolamento 50/100 é relativa a 32 inscrições – metais perdem, VIPs e aerogéis ganham.

As notas comparam Poliéster com os restantes em resistência, calor, fogo, isolamento, trabalhabilidade e circularidade. São editoriais, não certificados. Seguem sete capítulos. Fogo e isolamento nomeiam famílias de ensaio (Euroclass, ASTM E84, ISO 5660, KS F), sem inventar um número único de segurança.

Poliéster ((C10H8O4)n PET) é uma família de classes cuja densidade é ~1,38 g/cm³, faixa de calor ~250–260 °C e letra de fogo derrete e goteja, a menos que FR. O poliéster é vendido como qualidades, não como uma substância única. Química (C10H8O4)n PET, densidade ~1,38 g/cm³, faixa de calor ~250–260 °C.

Este atlas trata o Poliéster como um sistema: rota de laminação, revestimentos, testes e a cavidade onde ele fica. Carta de fogo em uso editorial: derrete e escorre, a menos que FR. Não compare A1 com “seguro em caso de incêndio” ou E com “ilegal”. As assembleias decidem. Origem: Whinfield & Dickson 1941 / DuPont Dacron, Reino Unido / EUA. O capítulo do processo segue matéria-prima → conversão → formação → acabamento → instalação.

O cartão e o rótulo têm de coincidir no nome. Um material escreve-se pela propriedade. Poliéster em 1950, «Lavar e vestir», número 255. Em Portugal encontra-se no laboratório, no cartão do contentor e numa etiqueta de obra. Esta página não ensina uma operação perigosa nem ordena materiais.1950

Números que ficam

Ano de referência
1950
Número da propriedade
255
Material
Poliéster
Linha de uso
Lavar e vestir

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