Culinária iraniana, primeiro 1979 · 487
Num jantar de semana, Culinária iraniana vai com o acompanhamento e não no centro de um banquete. A nota em que se confia é a de 1979: «Cozinhas da diáspora», medida por 42. Esse número é o sal ou o tempo desta cozinha, não a dose de um programa. No mercado pergunta-se o nome antes do preço. As estrelas ficam de fora. A culinária iraniana não chegou como um prato nacional único. A sua estrutura mais antiga é visível em Ghormeh sabzi, Polo/chelo e nas cozinhas regionais que ainda discordam.
Ghormeh sabzi mais um prato regional – não apenas o ícone de exportação. Arroz cozido, muitas vezes cozido no vapor e com joias. Teerã, Isfahan e Shiraz não cozinham o mesmo jantar. A teimosia regional é a culinária, não uma nota de rodapé. A despensa doméstica em torno de Polo / Chelo e a mão de obra por trás do Chelow Kabab raramente cabem em uma caixa para viagem.
As versões do restaurante são "autênticas"? Restaurante de cozinha iraniana é um registro. Panelas caseiras e bancas de mercado são outras. Autenticidade é uma palavra de marketing; técnica não é. آشپزی ایرانی é o nome local usado neste atlas ao lado da culinária iraniana. A culinária iraniana é organizada em torno de iogurte/picles/limões secos e arroz/pão. Ghormeh sabzi e Chelow kabab são os pratos que a maioria dos clientes encontra primeiro.
As formas da rua e da casa são diferentes. O ícone de exportação é real; a despensa atrás de iogurte/picles/limões secos é o que o torna um sistema. Como a culinária iraniana se mantém unida A culinária iraniana é organizada por iogurte/picles/limões secos e arroz/pão. Teerã concentra restaurantes; as províncias ficam com os potes mais antigos.
Sem 42, «Cozinhas da diáspora» de 1979 não permite repetir Culinária iraniana.1979
Números que ficam
- Ano da nota
- 1979
- Quantidade
- 42
- Prato
- Culinária iraniana
- Linha de cozinha
- Cozinhas da diáspora
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