Culinária marroquina, primeiro 1912
Num jantar de semana, Culinária marroquina vai com o acompanhamento e não no centro de um banquete. A nota em que se confia é a de 1912: «Protetorado», medida por 56. Esse número é o sal ou o tempo desta cozinha, não a dose de um programa. No mercado pergunta-se o nome antes do preço. As estrelas ficam de fora. Compartilhe o centro; mantenha um amido pessoal.
Cominho, limão em conserva e relógio tagine: sexta-feira de cuscuz, chá de menta e caixa de especiarias do Magrebe. limão em conserva / smen / azeitonas A culinária marroquina (المطبخ المغربي) crescia a partir de conservas de limão/smen/azeitonas e cuscuz/pão. Tagine é o cartão postal, não o mapa inteiro.
A culinária marroquina está no tempero 66 neste atlas. Tagine e Cuscuz mostram o intervalo melhor do que um único número de calor. O que uma primeira refeição deve incluir? Tagine mais um prato regional – não apenas o ícone de exportação. A panela e o ensopado que ela dá nome. Marraquexe, Fez e Casablanca não cozinham o mesmo jantar. A teimosia regional é a culinária, não uma nota de rodapé.
A despensa doméstica em torno de Tagine e a mão de obra por trás do Cuscuz raramente cabem em uma caixa de comida para viagem. As versões do restaurante são "autênticas"? Restaurante de cozinha marroquina é um registo. Panelas caseiras e bancas de mercado são outras. Autenticidade é uma palavra de marketing; técnica não é.
Sem 56, «Protetorado» de 1912 não permite repetir Culinária marroquina.1912
Números que ficam
- Ano da nota
- 1912
- Quantidade
- 56
- Prato
- Culinária marroquina
- Linha de cozinha
- Protetorado
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