Culinária coreana, primeiro 1910
Num jantar de semana, Culinária coreana vai com o acompanhamento e não no centro de um banquete. A nota em que se confia é a de 1910: «Ruptura colonial», medida por 1945. Esse número é o sal ou o tempo desta cozinha, não a dose de um programa. No mercado pergunta-se o nome antes do preço. As estrelas ficam de fora. Fermentos de soja compartilhados e uma lógica de arroz com acompanhamento, com o Japão inclinando-se para a clareza do dashi em vez do calor do gochujang.
Gochugaru é um floco de pimenta seco. Gochujang é uma pasta fermentada de pimenta, soja e arroz glutinoso. Eles não são intercambiáveis colher por colher. Banchan são a camada vegetal e fermentada da refeição. Os restaurantes os reabastecem; em casa são picles de ontem, namul e um novo kimchi.
O churrasco coreano é o jantar de todos os dias? É uma forma social e de restaurante. As mesas durante a semana costumam conter arroz, kimchi e jjigae ou sobras de peixe grelhado. Kimjang é a produção e partilha sazonal de kimchi de inverno, normalmente no final do outono, agora reconhecido pela UNESCO como património imaterial.
São a norma doméstica, acompanhadas de uma colher. Os novatos não são julgados por pedirem madeira, mas o metal não é uma atração turística. Capsicum chegou à Coreia após as guerras e o comércio do final do século XVI. Os estilos mais antigos de kimchi branco nunca desapareceram.
Sem 1945, «Ruptura colonial» de 1910 não permite repetir Culinária coreana.1910
Números que ficam
- Ano da nota
- 1910
- Quantidade
- 1945
- Prato
- Culinária coreana
- Linha de cozinha
- Ruptura colonial
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