Culinária francesa, primeiro 1651 · 371
Num jantar de semana, Culinária francesa vai com o acompanhamento e não no centro de um banquete. A nota em que se confia é a de 1651: «La Varenne», medida por 2010. Esse número é o sal ou o tempo desta cozinha, não a dose de um programa. No mercado pergunta-se o nome antes do preço. As estrelas ficam de fora. A cozinha francesa é organizada por vinho/queijo/charcutaria e pão.
Croissant mais um prato regional — não apenas o ícone de exportação. Base de caldos e ensopados de cebola, cenoura e aipo. A técnica 94 neste atlas não é um elogio a todos os bistrôs. Marca os molhos-mãe, a laminação de pastelaria, a combinação de vinhos e uma cultura de restaurante que treinou metade da gastronomia requintada do mundo.
A despensa doméstica em torno de Mirepoix e a mão de obra por trás da Baguette raramente cabem em uma caixa para viagem. As versões do restaurante são "autênticas"? Restaurante de cozinha francesa é um registo. Panelas caseiras e bancas de mercado são outras. Autenticidade é uma palavra de marketing; técnica não é.
Cuisine française é o nome local usado neste atlas ao lado da culinária francesa. A culinária francesa é regional antes de ser parisiense: azeitona e alho provençais, manteiga e cidra bretã, choucroute alsaciano, miudezas de Lyonnais, piperade adjacente ao pimentão basco. A baguete e o caldeirão são os utensílios nacionais.
Sem 2010, «La Varenne» de 1651 não permite repetir Culinária francesa.1651
Números que ficam
- Ano da nota
- 1651
- Quantidade
- 2010
- Prato
- Culinária francesa
- Linha de cozinha
- La Varenne