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Jantar de semana

Culinária francesa, primeiro

Num jantar de semana, Culinária francesa vai com o acompanhamento e não no centro de um banquete. A nota em que se confia é a de : «Mercados parisienses», medida por 2010. Esse número é o sal ou o tempo desta cozinha, não a dose de um programa. No mercado pergunta-se o nome antes do preço. As estrelas ficam de fora. Barraca, cantina ou mesa de pano: a culinária francesa utiliza os três e não compartilham um roteiro.

Croissant mais um prato regional — não apenas o ícone de exportação. Base de caldos e ensopados de cebola, cenoura e aipo. A técnica 94 neste atlas não é um elogio a todos os bistrôs. Marca os molhos-mãe, a laminação de pastelaria, a combinação de vinhos e uma cultura de restaurante que treinou metade da gastronomia requintada do mundo.

A despensa doméstica em torno de Mirepoix e a mão de obra por trás da Baguette raramente cabem em uma caixa para viagem. As versões do restaurante são "autênticas"? Restaurante de cozinha francesa é um registo. Panelas caseiras e bancas de mercado são outras. Autenticidade é uma palavra de marketing; técnica não é.

Cuisine française é o nome local usado neste atlas ao lado da culinária francesa. A culinária francesa é regional antes de ser parisiense: azeitona e alho provençais, manteiga e cidra bretã, choucroute alsaciano, miudezas de Lyonnais, piperade adjacente ao pimentão basco. A baguete e o caldeirão são os utensílios nacionais.

Sem 2010, «Mercados parisienses» de não permite repetir Culinária francesa.2010

Números que ficam

Ano da nota
2010
Quantidade
2010
Prato
Culinária francesa
Linha de cozinha
Mercados parisienses

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